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Romildo Gonçalves
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Sexta, 11 de julho de 2014, 10h13

SEMA! Descentralizar para preservar II!

Dar continuidade as atividades em cursos e criar novos modelos de gestão para atender as exigências da moderna sociedade e da legislação vigente é uma das inúmeras prioridades dos novos gestores que irão comandar o estado de mato grosso a partir de 2015.

Um segundo passo de igual valor no percurso desse processo é estruturar a secretaria de estado de Meio Ambiente, com tecnologias, instrumentais, e recursos humanos preparados, capazes de responderem com clareza e objetividade as exigências da população humana com suas atividades de rotina.

Como secretaria eminentemente técnica ela precisa mais do que nunca executar com precisão e objetividades suas atividades, ampliando seus horizontes e evoluindo de maneira eficaz sua missão enquanto instituição.

Criar ampliar e estruturar novos núcleos de atendimento em polos estratégicos do território mato-grossense é tão outra tarefa a ser consolidada. Assegurando a estes polos e região gestores capazes de responderem com eficiência aquilo que as comunidades locais e regionais precisam.

Estimular, fomentar, planejar e executar metas programadas, de orientação, prevenção, preservação e conservação da vida, permitindo desenvolvimento sustentável, dever ser sempre objetivo maior dos governantes e gestores públicos.

Reavaliar, reativar e implementar programas e projetos como: Prodeagro, Bid-Pantantal, PPG7...Preservar, conservar, manejar racionalmente os recursos naturais do estado fundamentado no tripé, desenvolvimento-produção-preservação, tendo como base o intrínseco conceito de qualidade de vida sem agressão gratuita ao meio ambiente.

Sabemos que a tarefa não fácil, no entanto, sabemos que temos um papel primoroso a cumprir dinâmica política ambiental mato-grossense. Sabemos que a base econômica do estado se sustenta na produção primária, por isso precisamos continuar compreendendo a importância da dimensão desse contexto no desenvolvimento estadual, aliado à máxima do “preservar produzindo e do produzir preservando.

Nessa front, gestores públicos e produtores rurais devem entender que essa é a questão era a questão! E mas, para caminhar nessa seara é de fundamental importância conhecer, entender e compreender a gestão pública e o papel da secretaria nesse contexto.

Nesse viés, vale pontuar que embora a sema seja uma pasta, eminentemente técnica, é ao mesmo tempo política holisticamente falando, uma vez que para lá convergem interesses difusos, conflitantes... Advindos da iniciativa privada e do próprio poder público.

Se nas últimas décadas três os gestores mato-grossenses conseguiram implementar habilmente de maneira sustentável a política ambiental no estado. Permeando exigência legais de preservação conservação e produção dinamicamente.

A descentralização da secretaria capitalizando-a nos diferentes ecossistemas do estado é questão basilar para o novo gestor público estadual a partir de 2015.
 

Romildo Gonçalves é Biólogo é Mestre em Educação e Meio Ambiente, Perito ambiental em fogo florestal. romildogoncalves@hotmail.com
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