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Romildo Gonçalves
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Quinta, 16 de outubro de 2014, 12h39

A difusão das intempéries no mundo !

 A DIFUSÃO DAS INTEMPÉRIES NO MUNDO!

O ano de 2014 iniciou-se quente no Brasil e por extensão no restante do mundo, com temperaturas elevadas por continentes, regiões, localidade, ambientes naturais, antropisados, desérticos, lacustres... 

Monitoramento com pesquisas climatológicas confirmam que em 201 países que compõe o globo terrestre o aquecimento ambiental faz-se sentir com mais intensidade em 2014 com a forte e difusas alterações nas condições de intempéries reinantes no ambiente.

De alguma forma este fenômeno ciclo vem alterando e modificando a vida na terra seja para mais quente, seja para mais frio, o clima vem literalmente apresentando-se difusamente e de maneira mais agressiva e mais expressiva nas últimas três décadas no mundo. 

Com temperatura variando de 40o a 50o graus positivos embora em períodos de tempo relativamente curtos cronologicamente falando, ele afeta a vida na sua essência. Embora saibamos que este é um processo cíclico natural que ocorrem de tempo em tempo devendo ser encarado com naturalidade. Porém, ele precisa ser enfrentado com ações preventivas para modificar impactos previsíveis.

Centros de pesquisas climatológicas e meteorológicas espalhados pelo mundo como por exemplo, INPE-CPTEC...no Brasil, NASA... Nos Estado Unidos, Alemanha, Austrália, Espanha... Continuam alertando as autoridades e gestores públicos quanto às evidências de catástrofes previsíveis e evitáveis.

Ao mesmo tempo academias no mundo inteiro detentoras de conceituados cientistas, pesquisadores, técnicos... Apontam caminhos para evitar ou pelo menos amenizar a concretização de tais evidências. Porém falta muito para que governantes entenda a questão de maneira objetivamente holística, para diminuir o descompasso do discursos entre a teoria e a prática.

Fatos por exemplo, ocorridos no Brasil em 2010, com calor e seca extrema no nordeste brasileiro e chuvas extrema no sul e no norte do país se faz presente em 2014, causados por inúmeros fatores dentre estes destaca-se o fenômenos El Niño.

Outra questão a ser debatida, além da variação de temperatura e difusão das intempéries no mundo, a pressão antrópicas sobre os ecossistemas naturais é outro fato a ser encarado. A falta de politicas públicas sustentáveis para dar um norte a esta realidade é uma realidade, e sem planejamento adequado, sem sustentabilidade ambiental a vida não resistirá por muito tempo, isso é fato. Como se sabe a desordenada pressão antrópica sobre os recursos bióticos e abióticos põe a continuidade vida em perigo. De maneiras diferentes e formas gratuitas e agressivas com o meio ambiente sendo utilizado de maneira aleatória mundo afora é perigoso. 

A degradação continuada da vida aliada a inércia da gestão pública cria- se um agravante de alerta á continuidade da vida. Nesse viés, como estamos vendo, extremos climáticos continuam se acentuando em todo globo terrestre, situações desesperadoras pipocam no país e no mundo diariamente. Para as regiões tropicais 2014 há uma mostra clara de sua força com um calorão de rachar. Não é mesmo?

Então o que esperar e fazer com esse calorão? Pelo andar da carruagem 2014 não dará trégua, literalmente falando. Então o que fazer? O que deve ser feito? Com a palavra, autoridades e gestores públicos! Por que não?

Romildo Gonçalves é Biólogo é Mestre em Educação e Meio Ambiente, Perito ambiental em fogo florestal. romildogoncalves@hotmail.com
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