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Romildo Gonçalves
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Domingo, 13 de março de 2016, 23h09

Educação para o homem do campo

EDUCAÇÃO PARA O HOMEM DO CAMPO!

A Educação deve ir onde a comunidade esta, essa é a lógica da vida, após década de esquecimento o meio rural mato-grossense, começa a mirar uma luz para a educação do campo e como ela deve ser.

Assim sendo, primeiro é preciso entender que a educação do campo no não é mais aquela educação que pontuava Monteiro Lobato. Foi-se o tempo em que o termo “rural” representava o antigo o rústico, o rude, com entendimentos de que o homem do campo, o sertanejo fosse um ser carente, subnutrido, um ignorante...

Hoje a realidade é outra, literalmente diferente, hoje mais do que nunca a juventude camponesa se encontra ligada, antenada concetada com o mundo globalizado, denota-se nesse viés como exemplos, o corte de cabelos, uso de roupas de marca igualmente as usada por jovens em Cuiabá, São Paulo, Londres,Paris... Modelos vincados a juventude de diferentes assentados rurais ou pequenas cidades do interior mato-grossense é senso comum. A modernidade do dia-a-dia no meio rural chegou para ficar de maneira real e é preciso entender isso.

Assim devemos mirar o campo, com novos olhares, a modernização no campo é real em todos os sentidos seja, na populações humanas ai residentes, seja na produção agrícola, no exigir da educação evoca-se em igual sentido valores e realismo com direitos e deveres a este importante espaço físico brasileiro.

Pensar e repensar a educação do campo como política pública educacional articulada e discutí-la com as comunidade rurais focando-a de maneira inteligente conectada com o mundo real com o mundo atual é o caminho.

Repensar a estrutura curricular tempo e espaço pedagógico, artigulados vetical e horizontalmente os conteúdos escolares de forma integrada entre as disciplinas e práticas educativas.

Identificar e coletar expericiências exitosas desenvolvidas localmente pertinentes aos governos federais estadual, municipais envolvendo a sociedade e interrelacionando as peculiaridades das realidades locais e regionais, como ente de valorização do pertencimento.

Vincar e valorizar saberes das comunidades humanas, suas vivências e experiências empíricas... Aliando esse olhar aos saberes didático-pedagógicos para o desenvolvimento humano na sua plenitude.

Mirar a formação integral para o campo garantindo às comunidades rurais acesso ao ensino de qualidade, na educação infantil, ensino fundamental, ensino médio, médio profissionalizante, educação jovens e adultos, educação especial... São estraégias de desenvolvilmento sustentáveis que não pode e não devem serem esquecidas.

Como bem pontua o Secretário de Estado de Educação, Perminio Filho, o sistema de ensino no estado de mato grosso foi “deformado” nos últimos anos, com a Secretaria mais parecendo uma grande colcha de retalhos.

Isso preciso mudar, isso deve e vai mudar, pois, como se sabe, os indicadores atuais no IDEB, não são aqueles que desejamos.

Romildo Gonçalves é Biólogo é Mestre em Educação e Meio Ambiente, Perito ambiental em fogo florestal. romildogoncalves@hotmail.com
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