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Alberto Romeu Pereira
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Sábado, 24 de novembro de 2012, 23h45

O exemplo de Piriquito

Milhares ou milhões de brasileiros conhecem a cidade de Balneário Camboriú, em Santa Catarina. Os mato-grossenses então são figurinhas carimbadas por aquelas bandas, onde suas praias convidam para um merecedor descanso e que hoje oferece atrações para todo o ano - agora inclusive no frio.

Pois bem. O prefeito reeleito de Balneário Camboriú, Edson Renato Dias - conhecido como Piriquito, vem há cerca de três anos promovendo uma grande transformação na cidade litorânea, principalmente no aspecto viário e, de forma surpreendente, encontrando soluções que tem resultado em melhoria do fluxo de veículos e valorização de imóveis em bairros da cidade - como é o caso do Das Nações. Quem voltar a Balneário Camboriú vai simplesmente se surpreender com o que vai ver e viver.

E, dentro deste espírito de empreendedorismo, a administração de Piriquito tomou uma decisão 'sui generis' em relação ao seu município vizinho, que leva o nome apenas de Camboriú - que não tem praias, mas é rico em natureza e turismo rural: enviou um ofício à prefeita também reeleita, Luzia Coppi Mathias, buscando informações sobre "se existe ou não, previsão para que o município asfalte e melhore as condições de tráfego de veículos, pedestres e ciclistas da referida via por encontrar-se em estado precário".

No ofício é esclarecido que tal cobrança compreende entre o túnel e a rótula que leva à Quinta Avenida, trecho que pertence aos domínios de Camboriú e é muito utilizado por visitantes e moradores de Balneário Camboriú.

“Importante chegarmos a uma solução consensual, amigável, pois Balneário Camboriú já começou as obras para a melhoria dos acessos à cidade, mas ficamos impossibilitados de trabalhar naquele trecho, que está bastante prejudicado, pois ele não pertence a nossa jurisdição”, trata de esclarecer o prefeito Edson Piriquito, que justifica ainda haver muitas reclamações de moradores e turistas destinadas, equivocadamente, à Prefeitura de Balneário Camboriú.

A medida que pode ser vista como oportunista, pelo fato de ser avaliada como uma ingerência a gestão pública de outro município, no fundo é justa e corretíssima e que sirva como uma saia justa à prefeita de Camboriú.

E não seria nada mal que a moda pegasse em Mato Grosso, o que faria despertar muitos "gestores" que vivem à sobra do cargo.

 

Alberto Romeu Pereira é jornalista em Mato Grosso. E-mail romeu@plantaonews.com.br
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