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Cidade
Terça, 17 de outubro de 2017, 14h33

Taques e secretário vistoriam obras de drenagem na região do viaduto da UFMT


Foto: Rafaella Zanol
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O governador Pedro Taques e o secretário de Estado das Cidades, Wilson Santos, vistoriaram, na manhã desta terça-feira (17.10), o andamento das obras de drenagem da Avenida Fernando Corrêa da Costa, nas proximidades do Viaduto Jornalista Clovis Roberto ao lado da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Os trabalhos foram iniciados no início deste mês e já se aproximam 10% de execução.

A obra de drenagem prevê o fim de alagamentos na região do Viaduto da UFMT. O custo total será de R$ 5,85 milhões, oriundos do Governo de Mato Grosso. Os projetos são de autoria da Universidade Federal e a execução ficou à cargo da empresa Conenge Construção Civil, que venceu a licitação realizada pela Secid-MT. O prazo para finalização da construção é de seis meses.

Conforme o secretário Wilson Santos, os técnicos da Secid-MT vistoriam e acompanham diariamente o andamento dos trabalhos de drenagem. Ainda segundo o titular da pasta, o ritmo de trabalho está acelerado e há possibilidades de conclusão antes do prazo previsto. “Estamos aqui todos os dias de olho nessa obra. Nossos técnicos também estão acompanhando de perto todo o trabalho. O ritmo está bastante adiantado e temos a segurança de entregar a obra dentro do prazo ou até antes”, disparou, enfatizando que a empresa responsável está realizando o serviço com bastante responsabilidade.

Durante a visita às obras, o governador Pedro Taques enfatizou que os problemas de alagamento que afligem tanto os cuiabanos nessa região serão solucionados com esta obra de drenagem. “Estamos arrumando o que foi mal feito, trabalhando firme. Confiamos na empresa para conclusão dessa drenagem. A população cuiabana pode ter certeza que o problema aqui será resolvido já no início de 2018”, disse Taques.

O status atual da obra é escavação e assentamento de tubos. Os materiais utilizados são chamados de tubos de PEAD (Polietileno de Alta Densidade), fabricados com derivados petróleo e possuem durabilidade de aproximadamente 75 anos. As perfurações vão ocorrer em torno de todo viaduto da UFMT, parte da Avenida Fernando Corrêa e bairro Jardim das Américas.

 


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