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Cidade
Sexta, 16 de março de 2018, 10h24

Justino Malheiros manifesta preocupação com a infestação de pombos no município


 Após ouvir hoje (15) alguns pronunciamentos dos colegas parlamentares, a respeito da infestação de pombos na cidade inteira, principalmente em ambientes públicos, áreas abertas e/ou fechadas, o presidente da Câmara de Cuiabá, Justino Malheiros, disse que essa questão realmente merece atenção especial por parte do Poder Público. Malheiros prometeu que irá reforçar, junto ao Executivo, as reivindicações já encaminhadas pela Casa de Leis e, também, por lideranças das comunidades cuiabanas, que enfrentam esse problema rotineiramente. Ele enfatizou a importância da vinda de Luciano Marcelo de Campos à Tribuna Livre do Legislativo para falar de um assunto de complexidade explícita, "pois até confronta normativas ambientais. No entanto, é um problema crônico, exigente de soluções emergenciais", pontuou.

Luciano Marcelo, deficiente visual, é professor de Educação Física, e discorreu sobre sua cegueira {causada por pombos}, oportunidade em que também externou os perigos da proliferação crescente de aves que acontece na cidade inteira. "Pombos invadem tudo sem cerimônia, e vão depositando fezes. Secas, as fezes se tornam pó condutor de doenças diversas, e quando inalado por pessoas presentes em áreas habitadas pelas aves transmite doenças", enfatizou Luciano, que esteve na Casa de Leis a convite do vereador Orivaldo da Farmácia (PRP).

Na ótica de Justino Malheiros, "o professor Marcelo expôs, de forma clara, o perigo que todos corremos nesse convívio involuntário com pombos, conforme testemunhamos ao andar por aí. Eles conseguem se multiplicar maciçamente, invadem casas, órgãos públicos e privados. Põem em risco a saúde de todos, independente da idade. Há pombos nas ruas, praças, parques, escolas, hospitais, mercados, prédios e em condomínios. A legislação brasileira não permite que sejam dizimados, é transgressão legal, fere os parâmetros ambientais. Mas deve existir alguma outra solução. Ou deve ser estudada, trabalhada, viabilizada, uma alternativa a contento da Justiça e dos munícipes. Não podemos é permitir que pessoas continuem a serem contaminadas e morrer em face de doenças transmitidas por pombo".

Orivaldo da Farmácia reforçou as palavras do seu convidado, Luciano Marcelo, ao enfatizar que as consequências das doenças causadas por pombos são realmente desatrosas, algumas irreversíveis rumo ao óbito e outras com sequelas gravíssimas, cegueira e paralisia nos membros. "O grito de socorro de alas distintas da população é angustiante: nos ajudem a ficar livre desses pombos. Eles invadem creches, universidades, residências, sistemas prisionais e tudo quanto é canto da cidade. A própria UPA - Unidade de Pronto Atendimento tem pombos voando ou passeando pelo pátio de suas dependências. Estão presentes até dentro de supermercados. O que podemos fazer, ainda é uma incógnita.


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