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Quarta, 13 de junho de 2018, 20h57

Vereador Abilio propõe CPI da saúde, que conta já com seis votos


O vereador Abilio Junior (PSC) apresentou na sessão desta terça-feira (12-06) um requerimento para abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que visa apurar a gestão administrativa da Secretaria de Saúde de Cuiabá (SMS). Para ser instaurada, a CPI depende de nove assinaturas.

Ainda durante a sessão, além de Abilio, outros cinco vereadores aderiram à propositura, são eles: Dilemário Alencar (Pros), Marcelo Bussiki (PSB), Toninho de Souza (PSD), Diego Guimarães (PP) e Felipe Wellaton (PV).

Segundo Abilio, tudo indica que até a próxima sessão ordinária da Câmara, que será realizada na quinta-feira (14-06), outros vereadores possam aderir à iniciativa, assinando o documento.

Desde fevereiro do ano passado que Abilio tem incessantemente questionado a condução administrativa da SMS. Ainda naquela época, sugeriu a abertura de uma CPI que investigasse o problema referente ao cumprimento de escala por parte das equipes médicas, bem como a estrutura física e logística das unidades de saúde disponíveis aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).

Além dessa situação, outras problemáticas administrativas têm afetado o atendimento ao cidadão, o que, conforme o vereador, foram fundamentais para a propositura da CPI, por exemplo: carta de demissão coletiva da gestão passada da Secretaria de Saúde, gestão temerária e possível ingerência política e administrativa da pasta, falta de medicamentos e “eventual crise provocada para viabilizar a realização de contratações emergências (a Prefeitura está a 17 meses sem realizar licitação para aquisição de medicamentos), contratação de servidores “fantasmas” (há situação, por exemplo, de uma pessoa que estaria desde setembro de 2017 recebendo salário, sem trabalhar) e descumprimento da lei nº 4.424/03 e da Lei Complementar nº 430/17, que contemplam servidores da área.

Diante da última fiscalização feita junto à SMS, Abilio chegou a ser expulso por gestores do alto escalão. E entende que tal ação foi um desrespeito a um dos deveres legais do parlamentar, que é o de fiscalizar. “Olha, foi uma situação muito estranha, pois chamaram a polícia para mim, que estava ali para fiscalizar o trabalho do Executivo na área da saúde, devido a várias denúncias de má gestão e assédio moral que estariam sendo praticado na pasta. E a forma com que a administração tratou a mim, representante eleito pelo povo, causou-me muita estranheza. Será que eles têm algo a esconder?”, questionou Abilio, ao explicar sobre seu último ato de fiscalização junto à Secretaria de Saúde.
 


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