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Cidade
Segunda, 24 de setembro de 2018, 10h06

Escolas vão escolher obras literárias para o ano letivo de 2019


Pela primeira vez as unidades públicas de ensino vão escolher obras literárias para o ano letivo de 2019. O registro da escolha dos livros do Programa Nacional do Livro e Material Didático (PNLD Literário 2018) tem início previsto para o próximo dia 25/09/2018.

Na rede pública municipal de Cuiabá, participarão da escolha, as escolas que atendem estudantes matriculados na Educação Infantil (creche e pré-escola), e nos anos iniciais do Ensino Fundamental (1º ao 5º ano), cuja rede de ensino tenha aderido formalmente ao Programa.

Para a creche, pré-escola e do 1º ao 3º ano do Ensino Fundamental a escolha será de acervos para sala de aula. Já para o 4º e 5º ano, também do Ensino Fundamental a escolha será de acervos para a biblioteca e de dois livros para cada aluno.

Livro didático

O processo de escolha dos livros e materiais didáticos para o ano letivo de 2019 teve início em setembro. Coordenadores e assessores pedagógicos das unidades educacionais da rede municipal de Ensino de Cuiabá e da Secretaria Municipal de Educação (SME) participaram de várias reuniões e oficinas, no auditório Maestro China e nas Faculdades Evangélicas Integradas Cantares de Salomão (FEICS) a fim analisarem as obras disponibilizadas no Guia do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD), no portal www.fnde.gov.br.

Os livros, adquiridos pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC) e FNDE vão atender professores e estudantes da rede pública de ensino de Cuiabá que estejam cursando os anos iniciais do Ensino Fundamental (1º ao 5º ano), nas disciplinas de Língua Portuguesa, Matemática, História, Ciências, Geografia, Arte, Educação Física (somente manual do professor).

Entre as opções, estão ainda coleções Interdisciplinares para História e Geografia, Ciências e coleções para Projetos Integradores, com obras didáticas cujo objetivo é tornar a aprendizagem dos alunos mais concreta, conectando-os à situações vivenciadas em suas comunidades.

A assessora pedagógica da Diretoria de Ensino, Eliane Quinhone explicou que o PNLD 2019 trouxe várias novidades, como a possibilidade das redes de ensino, em conjunto com as escolas, decidirem pela unificação ou não dos materiais, sem impedir que cada escola participante continue registrando sua escolha individual. Em Cuiabá, por exemplo, a escolha das coleções didáticas foi feita de forma regionalizada.

Na modalidade de Educação Infantil, que engloba creches (0 a 3 anos e 11 meses), pré-escola (de 4 a 5 anos e 11 meses), os livros em volumes integrados (creche e pré-escola), ou não, serão distribuídos apenas para os professores (manual dos professores).

No caso da disciplina de Educação Física, o material didático traz um manual com orientações para os professores, outra novidade do programa para 2019.

Programa

O Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD), do governo federal, é um dos maiores de distribuição de livros do mundo. Os materiais são adquiridos e vão diretamente para as mãos dos alunos e professores das escolas públicas.

“A escolha é realizada em conjunto, pelos professores, coordenadores pedagógicos e diretores das escolas. São eles que indicam quais obras adotarão para o ano letivo de 2019. Os livros devem atender as peculiaridades e necessidades da escola, devem estar em consonância com o Projeto Político Pedagógico de cada unidade escolar, com a Base Nacional Comum Curricular, as políticas públicas do Município e com a realidade sociocultural das comunidades”, explicou Eliane Quinhone.

Na escolha, a unidade escolar deve apresentar duas opções de obras para cada ano e disciplina para que caso não seja possível a compra da primeira opção, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) enviará à escola a segunda coleção escolhida.

Assim, a definição da segunda opção é tão criteriosa quanto a primeira. O prazo para a escolha dos livros didáticos teve início no dia 23 de agosto e terminou no último 10 de setembro, sendo realizado diretamente no Sistema PPDE Interativo.

“Esse formato garante a integridade do processo de escolha e a autonomia das escolas. Além disso, a escolha de forma regionalizada dos livros didáticos é uma estratégia para garantir que todos os alunos matriculados recebam os exemplares”, salientou Eliane Quinhone.

O conteúdo dos livros, segundo o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), segue a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), documento aprovado no ano passado pelo Ministério da Educação (MEC) que define os conteúdos mínimos que deverão ser ensinados nos ensinos Infantil e Fundamental.

Os livros foram selecionados por meio de edital. As obras devem ser fonte de atividades para os professores desenvolverem, baseadas em interações e brincadeiras. Deverão também servir de referência para o acompanhamento do desenvolvimento das crianças.


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