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Pesquisa/Tecnologia
Domingo, 10 de junho de 2018, 07h32

Sites nascidos na Internet buscam alternativas após a queda do tráfego via Facebook


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Os portais jornalísticos nascidos na internet, que fizeram apostas mais altas que outras mídias na busca por tráfego a partir das redes sociais e plataformas de buscas, continuam a enfrentar dificuldades com o enfraquecimento desse modelo, mas também colecionam algumas vitórias importantes.

Pesquisa que integra o estudo anual do Pew Research Center, State of the News Media, mostra que esses sites se movimentam com bastante velocidade em busca de alternativas para o engajamento de seus leitores, além de permanecerem atraentes em um cenário no qual cresce a proporção de publicidade online – em especial a mobile – dentro das receitas totais das mídias (incluindo as fundadas antes da era digital), ainda que as maiores fatias fiquem com as gigantes de tecnologia.

Estimativas da eMarketer mostram que a publicidade digital cresceu para US$ 90 bilhões em 2017, passando para algo como 44% de toda a receita de publicidade, ante 37% em 2016 (US$ 72 bilhões). Apenas no meio móvel, a receita publicitária subiu de US$ 47 bilhões, em 2016, para US$ 61 bilhões em 2016.

Nos Estados Unidos, 93% dos norte-americanos adultos recebem notícias online (via celular ou desktop). Para engajar essa audiência e suprir a queda de tráfego via Facebook – que desde o ano passado prioriza publicações pessoais, reduzindo a visibilidade das postagens de empresas de notícias – os sites nascidos na internet estão adotando outros métodos de divulgação e engajamento. Cerca de 83% dos portais oferecem boletins informativos e 86% têm uma presença oficial no Apple News. Uma grande maioria (71%) mantém podcasts e 63% permitem comentários sobre seus artigos.

Esses veículos permanecem propensos a usar as mídias sociais como parte de seu alcance. Semelhante a 2017, quase todos têm páginas ou contas oficiais no Facebook (100%), Twitter (100%), YouTube (94%) e Instagram (89%). No entanto, apenas 14% têm um canal ou conta oficial no Snapchat, uma queda de cerca de 10 pontos percentuais a partir de 2017.

ANJ


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