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Política MT
Terça, 06 de fevereiro de 2018, 15h58

Botelho quer entendimento entre poderes pelo benefício da população


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O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (PSB), abriu os trabalhos em plenário, da 18ª Legislatura, nesta terça-feira (06.02), reafirmou a importância de entendimento entre os poderes em benefício da população, com ações que ajudem Mato Grosso a superar a crise financeira e voltar a crescer.

Bastante prestigiada, a sessão especial contou com as presenças dos deputados estaduais, do governador Pedro Taques (PSDB), do presidente do Tribunal de Justiça, Rui Ramos, secretários de Estado, lideranças políticas e familiares, que receberam as bênçãos do pastor André da Silva.

Botelho destacou a concentração de esforços para que a ALMT atinja o objetivo de mantê-la à altura das melhores expectativas dos mato-grossenses, mediando as discussões importantes, debatendo e aprovando projetos de interesse da população.

"Assim, como no ano passado, esperamos que neste ano nosso trabalho seja marcado pelo entendimento. Apesar da diversidade de pontos de vista, aqui representados pelas mais diversas correntes políticas e ideológicas, em 2017 conseguimos caminhar para um denominador comum: o entendimento. Um breve olhar para o passado confirma o que aqui lembramos neste momento. No campo administrativo, elevamos os níveis de eficiência interna, cumprimos com o nosso dever de pessoas públicas ao colocar o interesse da população mato-grossense sempre acima dos interesses pessoais de grupos ou partidos. Continuando a trilhar este caminho, certamente abrilhantaremos ainda mais o ano legislativo", afirmou o presidente.

O governador Taques lembrou o momento difícil nas contas do estado e pediu empenho de todos para ajudar, inclusive, vai propor a criação de um "Fundo de Estabilização Fiscal – FEF", para superar a crise financeira.

Também mencionou a necessidade de aumentar em 3 pontos percentuais a alíquota cobrada na folha salarial dos servidores estaduais para o pagamento da previdência, o que passaria dos atuais 11% para 14%.

"Precisamos desse fundo de estabilização fiscal, recursos em que todos contribuirão para que possamos sair deste momento. Chamo os poderes, chamo os servidores, os empresários novamente, aliás estamos fazendo isso desde o início da nossa administração, para que possamos superar 2018", conclamou o governador, ao acrescentar que há preocupação com as futuras gerações.

Aos jornalistas, o presidente Botelho disse que o governador mostrou a questão real do estado. Contudo, Botelho alertou que os poderes têm ajudado de forma significativa o governo e que, ainda, estão contingenciados através da PEC do Teto de Gastos Públicos. Disse que vai aguardar para conhecer os detalhes da proposta do FEF e continuará a discussão do repasse do duodécimo.

"Vamos voltar a discutir o duodécimo porque realmente é uma medida muito dura, por exemplo, em janeiro não recebemos nada. Temos que realmente discutir com mais profundidade, mas os poderes não têm muito mais o que contribuir", afirmou o parlamentar, ao garantir prioridade às ações legislativas para o bom andamento dos trabalhos. 


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