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Política MT
Quarta, 09 de maio de 2018, 09h33

A exemplo de Fabris, deputados vão decidir pela soltura de Savi da prisão


Da Editoria

A prisão e afastamento do deputado estadual Mauro Savi (DEM) movimenta mais uma vez a Assembleia Legislativa de Mato Grosso a exemplo do que ocorreu com o também deputado Gilmar Fabris (PSD) que ficou 40 dias preso em decisão do Supremo Tribunal Federal - STF - acusado de obstrução da justiça, durante a Operação Bolebolge, em outubro de 2017.

Na época, a assembleia realizou uma sessão onde dos 19 deputados presentes, todos votaram favoráveis a sua liberdade, o que gerou automaticamente um alvará de soltura, sem mesmo que se tivesse decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso. 

Os parlamentares de Mato Grosso devem se reunir em sessão para votar a manutenção ou não da prisão de Mauro Savi por envolvimento em pagamento de propina no Detran de Mato Grosso. A Casa se baseia no Artigo 53 da Constituição Federal, onde diz  que "os Deputados e Senadores são invioláveis, civil e penalmente, por quaisquer de suas opiniões, palavras e votos. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 35, de 2001); § 1º Os Deputados e Senadores, desde a expedição do diploma, serão submetidos a julgamento perante o Supremo Tribunal Federal. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 35, de 2001). Savi foi preso na manhã de hoje na segunda fase da Operação Bereré, denominada como "Bônus", juntamente com o primo do governador Pedro Taques, o advogado Paulo Taques que ocupou o cargo de secretário-chefe da Casa Civil do Estado.
 

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O presidente da Assembleia, Eduardo Botelho (DEM) tem evitado a imprensa, a exemplo do que ocorreu com a primeira fase da Operação Bereré quando policiais estiveram no gabinete da presidência na AL.

A decisão por manutenção ou não de Mauro Savi será tomada por políticos envolvidos em denúncias e no processo por corrupção do Detran, como Baiano Filho, Nininho - Ondanir Bortolini, Wilson Santos, José Domingos Fraga e Romoaldo Júnior.  (PSDB), Baiano Filho (PSDB), Ondanir Bortolini, o Nininho (PSD), Romoaldo Júnior e José Domingos Fraga. A votação deverá ser sigilosa.


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