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Política MT
Quinta, 05 de julho de 2018, 14h56

Adalto de Freitas destaca a importância de regulamentar uma lei para os empréstimos consignados


O deputado Adalto de Freitas (Patriota) participou, na tarde de quarta-feira (4), na sala das comissões da ALMT, da reunião da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que apura a concessão de empréstimos consignados. Os diretores e representantes das instituições financeiras dos bancos Banco Daycoval e Olé estiveram presentes e foram ouvidos pela comissão.

O deputado Adalto de Freitas, que é membro da CPI, fez um balanço dos questionamentos dirigidos aos diretores das instituições financeiras. Ele enfatizou que a CPI está tendo os primeiros avanços sobre o importante tema de interesse público do servidores e, consequentemente, desta Casa. “Estamos debruçando sobre o assunto tão importante, tenho certeza de que nesta oitiva pôde se perceber o grande interesse de quatro estágios, onde são várias etapas que são comissionadas e isso eleva sobremaneira a taxa, sendo passível de ser rediscutida, são vários agentes ganhando no mesmo empréstimo”, comentou.

O parlamentar disse ainda que em Mato Grosso não existe uma lei que regula essa prática e que é feito apenas decreto em cima de decreto. “Vimos que agora no ano de 2016 foi reeditado mais um decreto neste Parlamento, precisa avaliar essa questão, a falta de transparência, a necessidade do servidor fazer destes empréstimos algo que venha favorecer sua renda, sua estabilidade, entretanto, está tendo efeito inverso neste sentido a CPI irá buscar o equilíbrio e esclarecimentos, em breve neste processo a pontos que serão enfrentados, para dar melhores condições aos servidores trazendo a eles maior satisfação”, finalizou.

Durante os questionamentos, as instituições financeiras negaram privilégios no acesso do banco aos dados dos servidores públicos. O diretor do Banco Daycoval, Nilo Carvazan, disse que o banco só possui acesso ao cadastro do servidor que contratou empréstimo. Ainda segundo ele, os dados são passados por meio da Câmara Interbancária de Pagamentos (CIP), uma processadora ligada à Secretaria de Estado de Gestão (Seges-MT). “A contratação exclusivamente por telefone não acontece, o que ocorre é um contato telefônico com os nossos clientes, onde se oferta o auxílio financeiro, caso concorde ele precisa comparecer às agências e formalizar pessoalmente o contrato”.

O diretor jurídico do Banco Olé, Álvaro Alexis Loureiro Junior, também reafirmou que a contratação de empréstimos não é formalizada por telefone e negou que o banco tenha privilégios ao acesso dos dados dos servidores. Em relação às acusações de falsificações em assinaturas em alguns contratos ou denúncias de fraudes na contratação de serviços, levantadas por representantes dos sindicatos estaduais da Saúde e Educação, Loureiro disse que não tem conhecimento dessas possíveis práticas envolvendo a Olé.

 


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