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Política MT
Sexta, 21 de setembro de 2018, 17h41

Sachetti cresce e diz que fake news é malandragem para atacar


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Assunto dominante nos veículos de comunicação de massa de Mato Grosso nos últimos dias, os ataques em vídeos apócrifos
contra o candidato ao Senado pela coligação ‘A Força da União, deputado federal Adilton Sachetti (PRB), mereceram
respostas duras. “Infelizmente, a politicagem desdenha de quem trabalha. Mas eu não vou abaixar a cabeça, não!”, reagiu
Sachetti, sobre os fake news que publicados nas redes sociais, em que é atacado por destinar emendas parlamentares
impositivas a hosptiasi de outros estados.

Adilton Sachetti lamentou que seus adversários recorram a isso na busca de redicuralizá-lo. “É assim, a politicagem!
Infelizmente, a malandragem faz isso, para tentar denegrir e humilhar as pessoas que trabalham”, lamentou ele, ao responder
perguntas sobre o tema, durante Roda de Conversa, no bairro Jardim Vitória – região Norte de Cuiabá.

As emendas à Lei Orçamentária da União (LOA) de 2017, novalor d e R$ 1 milhão, enviadas para hospitais em São Paulo e
Brasília, são da sua cota em que destina para a saúde e, por isso, os ataques que recebe são considerados vergonhosos. “Será que a política tem que ser tão suja, assim, para alguém ganhar um voto com a mentira? Eu não roubei dinheiro de hospitais! Eu coloquei dinheiro para ajudar os hospitais!”, bradou Sachetti, sob aplausos de centenas de pessoas.

Vídeos e fotomontagens com críticas e baixarias contra Sachetti estão se ampliando, nas redes sociais. “Eu não tenho vergonha
de ter mandado as emendas. Eu tenho muito orgulho disso! Eu estou preocupado com uma doença chamada câncer. Eu perdi a
minha esposa Rose Sachetti com leucemia. Eu tive câncer! Só quem tem câncer sabe o que é essa doença dentro de casa”,
declarou ele, em tom de desabafo.

  

Sachetti explicou que não houve remessa de R$ 1 milhão para o Hospital da Beneficência Portuguesa (SP). Ele detalhou que
mandou R$ 400 mil para a Beneficência; R$ 400 mil para o Hospital de Câncer de Barretos (SP), que atende cerca de 30 mil
mato-grossenses por ano; e R$ 200 mil para o Hospital Sarah Kubsticheck, em Brasília (DF).

As emendas para a saúde, segundo Sachetti, foram enviadas estrategicamente para o Hospital de Câncer de Barretos,
Hospital da Beneficência Portuguesa e Hospital Sarah Kubistheck. “Eu não me preocupei em colocar dinheio em jogo de futebol nem festival ou tampouco festas de rodeio. Destinei emendas para a saúde”, justificou Sachetti.

O fato de serem unidades de saúde de referência, para Sachetti, justifica o investimento. “Todos conhecem o trabalho dos hospitais contemplados. O Hospital da Beneficência é o maior centro de pesquisa de oncologia da América do Sul. Muitos protocolos são desenvolvidso lá. E, quando o assunt é câncer, investir em pesquisa é essencial”, emendou ele.

A coordenação jurídica da campanha do candidato ao Senado pelo PRB já tomou as providências cabíveis que o caso requer.
Por determinação do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT), o caso é investigado pelo Departamento de Polícia Federal em
Mato Grosso, com acompanhamento de equipe do Ministério Público Eleitoral. Existe a expectativa de que os responsáveis
pelos ataques contra Sachetti sejam identificados e punidos, na forma da lei. 


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