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Polícia
Terça, 24 de abril de 2018, 14h29

Quadrilha envolvida em homicídio e ocultação de cadáver em Confresa é presa


Sete mandados de prisão preventiva foram cumpridos pela Polícia Judiciária Civil de Confresa (1.160 km a Nordeste), em referência a investigação dos crimes de homicídio e ocultação de cadáver, ocorrido em fevereiro de 2017.

As prisões aconteceram na sexta-feira (20) e foram efetuadas por policiais civis em desfavor dos suspeitos José Andrade Cavalcante (“Maranhão”), 30, José Soair de Oliveira Junior (“Junior Para-choque”), 36, e Josenilton da Silva Pereira (“Baianinho”), 28.

Também foi dado cumprimento às ordens judiciais de prisão contra investigados que se encontram reclusos em unidades prisionais dos municípios de Água Boa e Porto Alegre do Norte: Jaimeson Hernandes de Oliveira Araújo (“Pirata”), 29, Cleberson de Souza Cardoso (“Cebolão”), 33, Renato Gomes Vieira, 29, e Janari Wanderlei da Costa, 38.

As prisões integram investigação do homicídio que vitimou Valquimar Fioro da Conceição, 45 anos.

Em diligências e demais atos investigativos, a Polícia Civil reuniu provas de que os suspeitos integram uma organização criminosa acusada do cometimento de diversos crimes no município de Confresa, como tráfico de drogas, homicídios, roubos, entre outros.

A motivação do homicídio seria uma briga entre quadrilhas rivais, em busca de domínio de território.

Dias antes da morte de Valquimar ocorreu uma tentativa de homicídio contra o acusado Janari, que recebeu diversos disparos de arma de fogo. Contudo, o fato não foi registrado em boletim de ocorrência, tendo o grupo criminoso a intenção de “fazer Justiça” com as próprias mãos.

As investigações apontaram que quem havia atirado em Janari era integrante de uma quadrilha adversária (um homem identificado como “Ilton”, conhecido como “Neguinho”). Três dias antes de matar Valquimar, o grupo criminoso tentou matar Ilton, mas ele se escondeu, e contou com a ajuda de Valquimar durante a fuga, o que motivou a ira dos adversários que decidiram assassinar a vítima.

O corpo foi ocultado em área rural de uma fazenda do município. A perícia apontou que no crime foi utilizada uma arma de fogo (Pistola .40), que de acordo com exame de balística se trata da mesma arma roubada de um policial civil da cidade de Porto Alegre do Norte, cuja autoria do roubo é atribuída a Jaimeson.


 


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