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Mundo
Sexta, 02 de fevereiro de 2018, 10h14

Liberdade de imprensa recua e mais da metade da população não têm acesso à mídia livre


A liberdade de imprensa em todo o mundo atingiu seu pior nível desde 2006, com restrições até em democracias consolidadas, segundo o estudo Índice da Democracia, realizado pela revista britânica The Economist por meio da Economist Intelligence Unit.

Em 2017, 97 dos 165 países e dois territórios analisados foram classificados "não-livres" ou "em grande parte não-livres". “Isso significa que 58% dos países – e mais da metade da população mundial – não têm acesso a uma mídia livre ou parcialmente livre e estão impedidos de exercer seu direito à liberdade de consciência e expressão”, diz o estudo.

Apenas 30 países – ou 11% da população global – foram classificados como "totalmente livres" no que diz respeito à atuação jornalística, informou o jornal Folha de S.Paulo. Outros 40 países, representando 34,2% da população mundial, são classificados como "parcialmente livres".

O relatório revela que, a exemplo da liberdade de imprensa, o estado da democracia global piorou no ano passado, com um índice em declínio de 5,52 em 2016 para 5,48 no ano passado. O nível é o pior desde 2010, quando esteve em 5,46.

Esse índice, em uma escala de 0 a 10, tem por base notas de 60 indicadores, reunidos em cinco categorias: processo eleitoral e pluralismo, liberdades civis, funcionamento do governo, participação política e cultura política.

O relatório aponta que a tendência de queda/estagnação vem se refletindo no índice anual desde a primeira edição, em 2006, e reflete o declínio da participação popular em eleições; a fraqueza no funcionamento dos governos; o declínio da confiança nas instituições; o apelo em queda dos partidos políticos tradicionais; a crescente influência de instituições e órgãos de especialistas não eleitos; o crescente abismo entre as elites políticas e o eleitorado; o declínio na liberdade de expressão; e a erosão das liberdades civis.

Brasil

O estado da democracia no Brasil seguiu a tendência global e piorou no ano passado, relatou a Folha de S.Paulo. A nota do país está em queda desde 2014, e chegou a 6,86 na escala de 0 a 10 do Índice da Democracia. As investigações de corrupção "continuaram a engolfar a classe política brasileira", afirma o relatório.

 

ANJ


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