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Saúde
Sábado, 05 de maio de 2018, 14h52

Campanha de higienização das mãos atinge 300 servidores do Metropolitano


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A campanha “Mãos limpas são mais seguras”, encerrada nesta sexta-feira (04), alcançou cerca de 300 servidores do Hospital Metropolitano de Várzea Grande. Coordenada pela enfermeira Keila Vanessa Silva Figueiredo, da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH), a ação marca o Dia Mundial de Higienização das Mãos comemorado neste dia 05 de maio.

O objetivo do projeto foi de chamar a atenção dos servidores sobre a importância da higienização das mãos para o controle de infecções hospitalares, um objetivo comum entre as unidades de saúde para prevenir os casos e reduzir os índices, garantindo mais segurança para toda a população hospitalar (funcionários e pacientes).

Keila Vanessa contou com o apoio de um grupo de servidores para a realização da campanha que consistiu em oferecer informações sobre a importância da higienização das mãos por meio de palestras nos setores do hospital e também em diferentes turnos.

 

Dinâmicas e brincadeiras tornaram as abordagens descontraídas, o que proporcionou uma grande adesão dos servidores. Ao final, os participantes receberam um kit que continha brindes, incluindo álcool gel que é um dos principais produtos utilizados para a higienização das mãos no ambiente hospitalar.

Keila Vanessa explica que só a prevenção resulta na redução das infecções. “A higienização das mãos tem sido cada vez mais priorizada em programas como foco a segurança na assistência ao paciente e é a medida individual mais simples e menos dispendiosa para prevenir a propagação das infecções relacionadas à assistência à saúde”.

O enfermeiro Tony Júnior Morato dos Santos, supervisor da UTI, reconhece campanhas desta natureza como de grande relevância para que a equipe não seja contaminada e ao mesmo tempo para a garantia da segurança do paciente.

“Nós, profissionais, temos que estar sempre atentos, fazendo a devida higienização das mãos entre o atendimento de um paciente e outro para evitarmos a contaminação cruzada. Além disso, esta ação vem para conscientizar também os pacientes e os visitantes”, frisa o enfermeiro.

 

O Hospital Metropolitano de Várzea Grande, que realiza cerca de 300 cirurgias por mês, vem registrando uma taxa de infecção abaixo do índice considerado aceitável pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Nos últimos seis meses, a unidade, que é referência do Sistema Único de Saúde (SUS) em cirurgias de trauma e bariátricas para o estado de Mato Grosso, manteve uma taxa de infecção de 2%, enquanto a prevista pela OMS é de 5%.

Este dado é resultado do comprometimento do Serviço e da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH/CCIH) da unidade, criados desde a inauguração do hospital há seis anos.

Outro fator considerado de importância para a prevenção e controle da infecção é a educação permanente dos profissionais e demais trabalhadores da unidade, onde se inclui ações como a “Mãos limpas são mais seguras”.

Keila Vanessa Figueiredo, enfermeira responsável pelo SCIH do Hospital Metropolitano, explica que o objetivo da Comissão é realizar a prevenção e o controle das infecções hospitalares mediante a aplicação das boas práticas em serviços de saúde.

 


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