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Saúde
Segunda, 24 de maio de 2010, 10h16

Médica orienta sobre cuidados com diabetes


O Diabetes é uma das doenças que mais atingem os brasileiros. De acordo com dados do Ministério da Saúde a enfermidade chega a atingir mais de 3% da população do país. A doença é caracterizada pelo aumento da glicose no sangue, devido à falta ou à insuficiência de insulina no organismo.

 

De acordo com a Dra. Natasha Slhessarenko, patologista clínica da DASA, que representa em Mato Grosso as marcas Cedic/Cedilab, um dos maiores perigos do diabetes é o fato de que ele pode ser assintomático durante um longo período. “A pessoa com diabetes normalmente não tem sintomas no início da doença. Quando eles começam a aparecer o paciente pode ter seqüelas muito sérias”, explica a médica.

Quando os sintomas surgem, a pessoa deve procurar o médico imediatamente. “Os indivíduos que desenvolvem os sintomas da doença costumam urinar muito, beber muita água, comer bastante e, mesmo assim, emagrecer em demasia. Mas apenas estes sintomas não servem para diagnosticar a doença, é preciso realizar o exame de glicemia de jejum para verificar prováveis alterações. O diagnóstico oficial deve ser feito baseado nos exames clínicos e laboratoriais”, revela a Dra. Natasha.

Ela explica que, ao realizar o exame, o indivíduo que apresenta a taxa de glicose abaixo de 99 é considerado normal. Quando a taxa for maior do que 126, o paciente é considerado diabético, desde que apresente manifestações clínicas sugestivas da doença. As pessoas que apresentam a taxa entre 100 e 125 são consideradas intolerantes à glicose ou possuem glicemia inapropriada. “Esses pacientes, que algumas pessoas consideram como pré-diabéticos, precisam de um acompanhamento médico mais cuidadoso, além de fazer atividades físicas, perder peso e evitar o estresse, para não aumentar ainda mais a glicose no sangue”, diz Natasha. Após este período de observação e da prática de hábitos mais saudáveis, o indivíduo pré-diabético deve realizar um novo exame para investigar a evolução da doença.

Os tipos de diabetes que mais acometem os brasileiros são os de Tipo 1 e a de Tipo 2. O diabetes Tipo 1 atinge os indivíduos jovens. “Nesses casos o pâncreas não produz a insulina e essas pessoas precisam receber a substância por meio de injeções”, comenta Natasha. O diabetes Tipo 2 é mais comum em pessoas com mais de 40 anos e que sejam obesas.
A Dra. Natasha dá algumas dicas para os pacientes controlarem a doença e diminuírem os riscos de complicações:

- Seguir uma dieta sadia, escolhendo alimentos adequados para controlar o peso e equilibrar a quantidade do que se come com as calorias que se gastam;
- Praticar exercícios físicos regularmente. Eles ajudam a controlar o nível de açúcar no sangue, na perda de peso e a diminuir a pressão alta sangüínea;
- Não fumar;
- Utilizar uma tabela de controle de glicemia para anotar dados sobre o nível do açúcar no sangue, em vários períodos ao longo do dia;
- O médico deve ser informado se a glicemia estiver sempre alta ou se isso ocorre em apenas determinadas horas do dia. Ele também deve ser avisado se surgir algum dos sintomas característicos, como cansaço e sede constantes, excesso de urina ou visão distorcida;
- Cuidar bem dos pés, mantendo-os sempre limpos.

É preciso também escolher calçados confortáveis e evitar andar descalço.




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