» mais
Comentar           Imprimir
Saúde
Segunda, 03 de junho de 2019, 19h31

Simples exame de medicina nuclear pode identificar embolia pulmonar - que é fatal


Cintilografia pulmonar pode localizar obstruções e determinar melhor tratamento

.


A embolia pulmonar é causada pela obstrução da artéria pulmonar, que interrompe a circulação sanguínea, prejudicando o funcionamento do órgão. Essa obstrução se dá quando coágulos de sangue se acumulam nas veias e artérias dos membros inferiores (pernas) e entre as possíveis causas estão imobilidade prolongada, câncer, anticoncepcionais com estrógeno, reposição hormonal, gravidez e pós-parto, varizes, obesidade, tabagismo, insuficiência cardíaca, idade superior a 40 anos e distúrbios na coagulação do sangue.

A condição pode ser identificada caso haja algum destes sintomas: dor torácica, falta de ar, aceleração dos batimentos cardíacos e
> da respiração, palidez e ansiedade. E o diagnóstico é feito por meio de exames de imagem e laboratoriais que ajudam a esclarecer a suspeita da doença, como eletrocardiograma, radiografia de tórax e tomografia computadorizada.

"A Medicina Nuclear conta com um exame simples, a Cintilografia Pulmonar de Inalação e Perfusão, que permite avaliar a uncionalidade dos pulmões, tanto da parte inalatória quanto da irrigação sanguínea (perfusão), possibilitando ao médico avaliar e diagnosticar casos de embolia pulmonar", afirma Dr. George Barberio Coura Filho - médico nuclear responsável da DIMEN SP - grupo de médicos especializado, referência em medicina nuclear no país, com mais de 36 anos de atuação (www.dimen.com.br). Outro ponto positivo do exame é que, diferente da tomografia, ele não demanda contraste iodado, que pode causar reações alérgicas nos pacientes. 

Embolia tem prevenção e tratamento

A mudança de hábitos é fundamental para a prevenção dos êmbolos nas veias, principalmente para pacientes com histórico na família, para fumantes e para pacientes acima do peso. Além disso, existem medicamentos anticoagulantes e trombolíticos usados para pacientes de alto risco, para os quais também se recomenda o uso de meias elásticas e a prática de atividades físicas.

O tratamento inclui a administração intravenosa de oxigênio e heparina, que evitam o aumento dos coágulos já existentes e a formação de novos. E para os pacientes com contraindicação ao uso de medicamentos anticoagulantes, é possível implantar um filtro na veia, que tem o mesmo efeito. E há ainda casos que tem de ser tratados com embolectomia, cirurgia para retirada do êmbolo pulmonar.


Comentar           Imprimir


Busca



Enquete

Em quem você votaria hoje para prefeito de Cuiabá?

Pedro Taques
Blairo Maggi
  Resultado
Facebook Twitter Google+ RSS
Logo_azado

Plantão News.com.br - 2009 Todos os Direitos Reservados

email:redacao@plantaonews.com.br / Fone: (65) 98431-3114