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Nacional
Sexta, 28 de abril de 2017, 12h21

Arco Norte receberá mais de R$ 2,2 bilhões para recuperação de estradas


Para assegurar o escoamento da produção de milho e soja pela rodovia que corta os estados de Mato Grosso, Pará e Rondônia, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) vai investir R$ 2,2 bilhões em obras de restauração e manutenção das BRs 158, 163 e 364.

Essas estradas compõe o chamado sistema Arco Norte, por onde é transportada a safra. A previsão é de que neste ano, o País exporte 72,9 milhões de toneladas de soja e 24 milhões de toneladas de milho, segundo estudos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Essas vias estão conectadas a corredores multimodais que asseguram a acessibilidade da produção agrícola aos portos de Itacoatiara (AM); Santarém, Barcarena e Vila do Conde (PA); São Luís (MA); e Santana (AP).

Nessa primeira etapa de reformas, 1.900 quilômetros serão licitados pelo DNITe devem receber investimento de mais de R$ 1,4 bilhão. Outros 3.409 mil quilômetros ainda serão licitados pela autarquia para que sejam recuperados.

Segundo o Diretor-executivo do Movimento Pró-Logística, da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), Edeon Vaz Ferreira, a melhora nas condições de tráfego favorece os produtores. “Quanto melhor for a infraestrutura, menor será o custo do frete. Com isso, o agricultor vai aumentar sua rentabilidade e, consequentemente, a produção”, explicou.

O Superintendente Regional do DNIT no Pará, João Cláudio Cordeiro da Silva Júnior ressaltou ainda que o benefício de uma via pavimentada se estende para a população que mora no entorno da rodovia. “Algumas comunidades próximas da rodovia estão crescendo por causa do transporte de grãos. As carretas passam pelos locais e param lá para o motorista comer e dormir”.

Melhorias

Os projetos fazem parte do Programa de Recuperação e Manutenção Rodoviária (Crema), que são contratos com o objetivo de recuperar e manter as condições funcionais das rodovias federais durante o período de vigência do contrato, que pode ser de três a cinco anos.

Na primeira fase, o ganhador da licitação deve recuperar sua capacidade de trafegabilidade em todo o trecho da rodovia executando serviços de recuperação, como a manutenção da via e faixa de domínio e, na segunda fase, deve fazer apenas a manutenção do trecho licitado até o final de sua vigência contratual. 


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