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Nacional
Quinta, 08 de fevereiro de 2018, 10h25

DECEA centraliza atividades Meteorológicas e de Climatologia Aeronáutica


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O Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) iniciou o processo de absorção das atividades dos Centros Meteorológicos e de Climatologia Aeronáutica, ativando o Núcleo do Centro Integrado de Meteorologia Aeronáutica (NUCIMAER), com sede na Ponta do Galeão (RJ).

Na quinta-feira (01/02), as instalações do NUCIMAER foram visitadas pelo Diretor-Geral do DECEA, Tenente-Brigadeiro do Ar Jeferson Domingues de Freitas, que esteve acompanhado de comitiva de oficiais do DECEA e do CGNA. Na ocasião, o especialista em Meteorologia designado para chefiar o NUCIMAER, Tenente-Coronel Francisco Pinheiro Gomes, apresentou as atividades iniciais da implantação do Núcleo e das necessidades básicas primordiais de instalação.

O oficial citou, ainda, os incrementos da nova Unidade, como a melhoria na pronta resposta ao usuário com previsões mais precisas e harmônicas; e, principalmente, a melhoria na vigilância das condições meteorológicas do espaço aéreo brasileiro.

O NUCIMAER proverá as gestões administrativas e conduzirá as ações necessárias à implantação do futuro CIMAER, com previsão de inauguração em março de 2019. A nova organização prestará o serviço de Meteorologia Aeronáutica no âmbito do DECEA, com a finalidade de planejar, gerenciar, controlar e executar as atividades de Meteorologia Aeronáutica no Brasil.

As células de meteorologia destinadas a prover a interação entre o CIMAER e os órgãos de tráfego aéreo (Centros de Controle de Área - ACC; Centro de Operações Militares - COpM; Controles de Aproximação - APP; APP aglutinados “TRACON” e Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea - CGNA) deverão ser ativadas em outubro de 2018.

A desativação dos Órgãos Operacionais de Meteorologia Aeronáutica absorvidos pelo CIMAER deverá ocorrer a partir de 23 de março de 2019, sem prejuízo dos serviços prestados.

Para o Chefe do Subdepartamento de Operações do DECEA, Brigadeiro do Ar Luiz Ricardo do Nascimento, a evolução na prestação do serviço de Meteorologia Aeronáutica torna-se imperativa para a eficiência do sistema ATM do futuro. "As informações meteorológicas, de forma oportuna e precisa, contribuirão para a otimização de todo o Sistema, permitindo voos mais seguros e mais curtos, rotas aéreas otimizadas, menos emissão de CO², entre outros", afirmou.

A estimativa é que a implementação do CIMAER permita eliminar redundâncias dos serviços causados pela descentralização dos órgãos operacionais de meteorologia, além de proporcionar, em nível nacional, a harmonização das previsões e o contínuo acompanhamento na evolução dos fenômenos meteorológicos adversos que impactam a aviação.

Com a operação dos radares meteorológicos em um único Centro, será possível estabelecer estratégias de operação de maior complexidade, adequadas às condições de tempo, visando ao monitoramento de áreas no extenso território nacional que requeiram maior atenção devido às condições meteorológicas adversas. Dessa forma, proporcionará o acesso centralizado a todas as informações colhidas pela Rede de Radares Meteorológicos do SISCEAB, em tempo real, permitindo a confecção e o envio de produtos com áreas de alertas distintas, a exemplo de produtos como: ocorrência de gelo, turbulência, direção e velocidade de deslocamento e intensidade das formações.

Reestruturação - A reorganização do serviço de Meteorologia Aeronáutica está em consonância com a Reestruturação da Força Aérea Brasileira e, para isso, foi idealizado o Centro Integrado de Meteorologia Aeronáutica (CIMAER). A nova unidade militar estará subordinada ao Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) e tornará possível a otimização de recursos e o aumento da eficiência na prestação do serviço para o apoio no gerenciamento de tráfego aéreo (ATM).

Hoje, o Serviço de Meteorologia Aeronáutica no Brasil é de responsabilidade do Comando da Aeronáutica (COMAER), executado pelo DECEA, que conta com o apoio de uma Rede de Centros e Estações Meteorológicas de Superfície, Altitude e de Radares Meteorológicos, do Instituto de Controle do Espaço Aéreo (ICEA) e do Centro Nacional de Meteorologia Aeronáutica (CNMA).

 


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