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Nacional
Quinta, 12 de abril de 2018, 15h47

Vereador é indiciado por mandar matar jornalista no interior de Goiás


Jefferson Pureza Lopes

O vereador José Eduardo Alves da Silva (PR) foi preso e indiciado como mandante do assassinato do radialista Jefferson Pureza Lopes, de 39 anos, em Edealina, no sul de Goiás, em 17 de janeiro deste ano. O parlamentar, informou a Polícia Civil, pagou R$ 5 mil a dois adolescentes de 17 anos para matarem Pureza. Um terceiro menor e dois homens, suspeitos de intermediar o crime, também vão responder pelo homicídio.

O vereador, segundo o delegado Queops Lourdes Barreto Silva, responsável pelas investigações, era desafeto do radialista, por conta de críticas feitas durante os programas de rádio. O estopim, disse o investigador, foi quando o parlamentar descobriu que Pureza estava se relacionando com a ex-mulher dele.

“Ele planejou matar o radialista, no início do ano passado, mas isso não se concretizou na época. O vereador inclusive orquestrou a morte da própria mulher, mas também não efetivou. A partir do momento que descobriu o relacionamento foi até dois maiores e um menor, que o levaram até os dois adolescentes que foram pagos para executar o homicídio”, contou do delegado.

Pureza foi encontrado morto na casa em que morava no dia 18 de janeiro deste ano, com três tiros no rosto. O radialista era conhecido por conduzir programa de rádio polêmico na cidade. O vereador foi indiciado por homicídio duplamente qualificado, por motivo fútil e mediante pagamento. Já os dois adolescentes apreendidos suspeitos de serem os executores, bem como o menor que intermediou a negociação do crime, vão responder por ato infracional análogo a homicídio.

O lavrador Marcelo Rodrigues dos Santos, de 39 anos, que levou o vereador até os executores, bem como o comerciante Leandro Cintra da Silva, dono do lava à jato onde a negociação com os adolescentes ocorreu, vão responder por homicídio e também por corrupção de menores.


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