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Variedades
Segunda, 08 de julho de 2019, 10h15

'Rotam Extreme' reúne 1.500 atletas superando frio e obstáculos por causa social


Na ‘4ª Rotam Extreme’, realizada no domingo (07.07), o frio era apenas mais um dos obstáculos. Mas, os 1,5 mil atletas que acordaram cedo, praticamente de madrugada, encararam a manhã mais fria do ano, atravessaram lago, rastejaram sobre a lama, mergulharam em piscina de gelo, escalaram paredão de corda e cruzaram a linha de chegada sem reclamar.

No final, Davy e a mãe, Luciana, eram só alegria (Foto Sd Elias/PMMT)  

Além de superar os próprios limites, quem correu mostrou solidariedade e amor ao próximo dentro e fora do percurso de 5km. Durante a corrida, esses sentimentos estiveram presentes em atitudes como segurar a mão do outro para, literalmente, ajudá-lo a sair da lama, ou somar forças para carregar os atletas especiais cadeirantes nos trechos com obstáculos.

Fora do percurso, a corrida é fundamental na manutenção e expansão de dois importantes projetos sociais da Polícia Militar de Mato Grosso, realizados por meio do Batalhão Rotam, o ‘Jiu Jitsu Rotam’ e a ‘Escolinha de Futebol Rotam’. Esses dois projetos atendem 210 crianças e adolescentes.

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Essa edição levou às pistas da Lagoa Trevisan, em Cuiabá, atletas profissionais, grupos de amigos, de atletas e de famílias. Laete, Cleinomar, Suelwey, Davi, Luigi e Davi Costa, todos estreantes em corridas de obstáculos, eram só alegria. As irmãs Costa, Laete, Cleinomar e Suelwey, correram juntas na categoria geral e depois, novamente juntas, torceram pelos filhos na categoria kids.

Aos 7 anos, Davy também é um estreante em corridas de obstáculos. Ele e a mãe, dona Luciana, se emocionaram e emocionaram dezenas de pessoas que assistiram a força e alegria de ambos na luta pela superação dos obstáculos. Cadeirante, Davy contou com o apoio da mãe, a força braçal de alguns policiais e o incentivo de torcedores para cruzar a linha de chegada. Mãe e filho choraram e sorriram juntos.

 

Como parte da programação, o evento incluiu ainda apresentações artísticas, culturas e ações de promoção à saúde um tanto curiosas. A Unimed, por exemplo, montou um posto onde o atleta, pedalando uma bicicleta, tinha de produzia a energia necessária para fazer o liquidificar funcionar e bater a própria vitamina de frutas. A textura do produto dependia da força e resistência de cada um.

O comandante geral da Polícia Militar, coronel Jonildo José de Assis, também ‘atleta extreme’, ao cruzar a linha de chegada lembrou que essa corrida é muito mais que um evento de incentivo à prática esportiva. “Visa a superação e mostra que somos capazes, além de promover a interação entre a Polícia Militar e a sociedade”, disse.

Conforme o comandante, os obstáculos naturais e os que foram construídos ao logo do percurso permitiram que os participantes vivenciassem situações que fazem parte do cotidiano do policial. Correr e saltar muros, por exemplo, são alguns obstáculos do dia a dia daqueles que estão não ruas trabalhando pela segurança da população.

“Os policiais também precisam treinar, estar preparados”, completou. O coronel citou o lado social, a importância da renda da corrida para os projetos do Batalhão Rotam.


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