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Segunda, 16 de abril de 2018, 18h52

Sejudh capacita servidores e conselheiros em políticas sobre drogas


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A Secretaria de Justiça e Direitos Humanos promoveu na última semana, em Sinop, formação técnica em Políticas sobre Drogas para conselheiros e servidores das áreas de saúde, educação e assistência social de 13 municípios da região Norte de Mato Grosso.

O curso ministrado pela equipe da Superintendência de Política Sobre Drogas, em parceria com o Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest) de Sinop, abordou a Integralidade de Atenção e Direitos Humanos, ofertando formação em políticas públicas e sociais de proteção, atenção, cuidado e reinserção das pessoas que fazem uso de álcool e outras drogas e seus familiares.

Participaram conselheiros municipais de Políticas sobre Drogas, gestores, servidores e operadores de direito dos municípios de Sinop, Marcelândia, Itaúba, Cláudia, União do Sul, Feliz Natal, Santa Carmem, Vera, Ipiranga do Norte, Santa Rita do Trivelato, Tapurah, Nova Ubiratã e Itanhangá.

Durante as 20 horas de curso foram trabalhados temas como: A Política Nacional Sobre Drogas Na Atual Conjuntura, A Reforma Psiquiátrica No Brasil; Política Nacional e Estadual de Saúde Mental; Rede de Atenção Psicossocial, Importância do Trabalho da rede intersetorial de atendimento às pessoas que fazem uso abusivo de álcool e drogas e seus familiares, legislação e controle social.

O superintendente de Políticas sobre Drogas, Néio Lúcio, destaca que a formação municiou participantes com conhecimento para o efetivo controle social e o fortalecimento das políticas públicas na área, bem como para assumirem a responsabilidade no processo de articulação das ações intersetoriais a partir da elaboração de um Plano de Ação dos respectivos municípios.

Lucia Mendes Tomaz, enfermeira do Cerest de Sinop, fez a capacitação e falou sobre a escolha do tema. “Acho importante falar sobre esse tema e abrir para as discussões sobre como todos podem contribuir com a questão da saúde mental. As pessoas adoecem e não sabem como sair desse círculo vicioso. Então, todo espaço e capacitação que vem discutir e propor iniciativas para trabalhar e sensibilizar os profissionais para um autocuidado e também um olhar mais humano e de compaixão com o outro é importante”.


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