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Quinta, 07 de junho de 2018, 18h54

Mato Grosso investe cada vez mais em moradias populares


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A dona de casa Cláudia dos Santos Neves, 28 anos, foi contempladas em 2017 com uma casa construída no residencial Jardim Aeroporto II, em Jaciara (a 144 km de Cuiabá), pelo Governo do Estado e Governo Federal. Na época, além dela mais 434 famílias também tiveram a mesma oportunidade. Cláudia é mãe de três filhos e vivia pagando aluguel, com pouco dinheiro para as despesas de casa.

“Hoje meus filhos têm uma casa para morar. Agradeço a Deus e ao governo por não mais precisar me preocupar em pagar aluguel. É um sonho realizado. Hoje até posso comprar móveis, algo impossível de ser realizado. Tenho qualidade de vida. Torço para que outras famílias tenham a mesma sorte que tive”, disse emocionada.

Com investimento de cerca de R$ 1 bi, mais de 12,3 mil unidades habitacionais populares foram construídas desde 2015 pelo Governo de Mato Grosso. Com recursos do Governo do Estado e Governo Federal, os imóveis fazem parte do Programa Minha Casa Minha Vida, e têm como destino famílias com renda familiar de até R$ 1,8 mil. Somente o Governo de MT em contrapartida aplicou mais de R$ 88 milhões, entre conjuntos habitacionais entregues, concluídos, em fase de conclusão, em andamento e paralisados.

 

Em 2018 devem ser entregues os residenciais Nico Baracat I, II e III, em Cuiabá, com 1.264 casas; residencial Guaitós I e II, com 200 unidades habitacionais em Poconé; 100 moradias do residencial Gregório Pires em Nossa Senhora do Livramento; mil unidades no residencial Colinas Douradas I e II, em Várzea Grande; em Sinop, estão em andamento obras em cinco unidades habitacionais: Nico Baracat I, II, III, IV e VI; 400 casas do Residencial Parecis em Campo Novo do Parecis estão em fase de conclusão; estão em andamento 1.152 casas em Rondonópolis.

Em 2017 o Governo inaugurou 1.281 casas no residencial São Benedito, em Várzea Grande, 1.272 unidades habitacionais do residencial Mário Raiter, em Sorriso. Outras 490 casas do empreendimento Vila Real/Walter Fidélis, localizado em Cáceres, 500 casas no Gutérres, em Primavera do Leste, 100 unidades em Jangada, do empreendimento Altos Passa Três e 350 residências em Lucas do Rio Verde, do residencial Vida Nova.

 

O superintende de Habitação e Urbanização da Secretaria de Estado das Cidades, Reginaldo Amorim destaca que a ideia é entregar os conjuntos habitacionais em fase de conclusão até o final do ano.

“A seleção dos moradores é feita pela gestão municipal. Vários conjuntos habitacionais estão em fase de conclusão e em andamento. Nossa expectativa é entregar boa parte dessas casas até o final do ano, garantindo uma residência digna e confortável e em local regularizado às famílias que aguardam a conclusão dos conjuntos habitacionais”.

Programas

Minha Casa Minha Vida – O perfil das famílias é possuir renda de até R$ 1.800 por mês. Em média, os proprietários irão pagar parcelas entre R$ 80 a R$ 270 mensais. Cada uma possui dois quartos, sala, cozinha, banheiro e área de serviço, sendo algumas adaptadas para pessoas com deficiência.

O Programa Nacional de Habitação Urbana (Sub 50), integrante do Minha Casa, Minha Vida, foi criado em 2012 voltado a atender municípios com população abaixo de 50 mil habitantes. Em Mato Grosso, estão previstas a edificação de 3.813 unidades habitacionais em 99 municípios. O valor unitário das casas é de R$ 28 mil, sendo R$ 25 mil da União e outros R$ 3 mil de contrapartida do Estado.

No PNHU, os repasses de recursos são feitos dos governos a instituições financeiras cadastradas no programa, as quais pagam as medições diretamente às empresas.

Atendendo à Política Estadual de Habitação e Interesse Social, o projeto “Vida Nova” destina recursos para a aquisição de materiais de construção a famílias de baixa renda. As populações prioritárias na iniciativa são os assentamentos rurais, comunidades indígenas, quilombolas ou tradicionais e ribeirinhos. Entre os critérios para liberação dos recursos está a renda familiar de até três salários mínimos.

 


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