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Sexta, 16 de novembro de 2018, 18h53

Agentes indígenas do DSEI Médio Solimões e Afluentes concluem mais uma etapa de qualificação


Agentes Indígenas de Saúde (AIS) e Agentes Indígenas de Saneamento (AISAN) integrantes de aldeias do território do Distrito Sanitário Especial Indígena Médio Solimões (DSEI) concluíram mais uma etapa de qualificação profissional. No período entre 24 de setembro a 09 de novembro, a Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI), por intermédio do DSEI, promoveu a realização do 2º Módulo de Qualificação para esses profissionais, agentes permanentes da saúde indígena dentro das aldeias.

Esses profissionais são estrategicamente importantes para os serviços de saúde de atenção primária ofertados pela SESAI aos povos originários, porque são os principais interlocutores entre médicos, dentistas e outros profissionais não-indígenas com as comunidades e as práticas da medicina tradicional dos povos originários. Por isso, a educação permanente torna-se tão necessária para a melhoria constante no atendimento desse grupo social.

Ação estratégica
Desse modo, o Programa de Qualificação do AIS e do AISAN representa uma estratégia que visa favorecer a apropriação pelos povos indígenas de conhecimento e recursos técnicos da medicina ocidental, não de modo a substituir, mas para somar ao acervo de terapias e outras práticas culturais próprias, tradicionais ou não. O coordenador distrital Agno Rebolças esclarece que “com esse Programa de Qualificação, o DSEI resgata uma dívida com os povos indígenas, porque prepara esses agentes para o cumprimento de suas missões sociais”.

No período de 24/09 a 03/10, passaram por qualificação 54 agentes dos Polos Base da região do Juruá Carauari, Itamarati, Ipixuna, Envira e Eirunepé, na região dos municípios amazonenses de Itamarati e Eirunepé. De 29/10 a 09/11,

120 agentes dos Polos Base da Calha do Solimões, Bugaio, Biá, Kumarú, Marajaí, Coari, Barreira, Uarini, Bua Buá, Cuiu Cuiu e Mucura receberam qualificação, com turmas formadas por agentes dos municípios de Jutaí, Alvarães e Tefé.

A educação permanente é uma condição indispensável para o trabalhador, o gestor em saúde e o usuário do sistema, porque coloca em análise o trabalho e as práticas cotidianas, que são processos cada vez mais coletivos e desafiadores das realidades. De forma bem objetiva, a educação permanente transforma e qualifica os serviços de saúde ofertados pela SESAI, os processos formativos e as práticas desenvolvidas pelas Equipes Multidisciplinares de Saúde Indígena (EMSI), responsáveis pela assistência levada aos indígenas.

 


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