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Educação
Terça, 06 de fevereiro de 2018, 16h55

Escola recebe conjuntos e kits escolares e secretário anuncia reforma


Na reta final para o início do ano letivo, a Secretaria de Estado de Educação, Esporte e Lazer (Seduc) acelera a entrega de materiais escolares para as escolas.

Nesta terça-feira (06.02), o secretário da pasta, Marcos Marrafon, acompanhou o desembarque de 152 conjuntos escolares, compostos por mesas e cadeiras, e 90 kits escolares, contendo caderno, lápis e caneta, além de um computador, na Escola Estadual Arlete Maria da Silva, no Bairro Asa Bela, em Várzea Grande.

Na ocasião, o secretário informou que a unidade escolar terá as reformas retomadas e que a Seduc aguarda os trâmites de licitação para dar a ordem de serviço. “A reforma da escola e também da quadra poliesportivas serão atendidas já nos próximos dias. A empresa que ganhou a concorrência deverá iniciar os trabalhos assim que tudo estiver em ordem”, destaca.

 

Marrafon explica que o kit escolar é uma conquista realizada pela Seduc, no final do ano passado. “É um projeto do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), do Ministério da Educação (MEC) e fizemos a adesão. Em 48 horas os kits foram liberados e, agora, estamos fazendo a entrega para os estudantes. Ter material escolar, livros e o uniforme é um processo de inclusão”, ressalta.

Para a diretora Ocilene Célia da Silva Oliveira, os conjuntos vão facilitar a vida dos estudantes que retomam as aulas no próximo dia 15. “Com as mesas e carteiras, teremos cinco salas com mobiliário novo. As outras seis salas já estão completas. Com isso, vamos ter um início de ano letivo tranquilo”, comemora.

A gestora adianta que será realizado um trabalho de conscientização junto aos estudantes para que conservem as mesas e carteiras e também o restante da escola. “Os nossos alunos sempre entenderam que tudo que temos na escola é de todos. Por isso, precisam cuidar como se fossem deles”.

O secretário lembra que os mobiliários em desuso não são descartados. Eles são recolhidos e considerados “inservíveis”. Caso haja conserto, são reformados e reutilizados. Quando não é possível, uma cooperativa credenciada junto à Secretaria de Estado de Gestão (Seges) dá uma nova finalidade.


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