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Né !

Locatelli, o exemplo!

Quinta, 14 de junho de 2018

O empresário do setor de combustíveis em Mato Grosso, Aldo Locatelli, tem dado mostras para o setor produtivo que quem produz está, efetivamente, no limite.

Recentemente Locatelli abandonou uma reunião com o governador Pedro Taques (PSDB) falando verdades, afirmando até que trata-se de um 'roubo" a cobrança de 17% sobre o ICMS do óleo diesel.

Ontem, 13, o empresário mais uma vez exigiou de forma direta, respeito ao setor empresarial, quando abandonou uma reunião onde estava presente Éder Moraes, ex-secretário dos governos Maggi e Silval, apontando em várias denúncias de desvio de dinheiro público, tráfico de influência, que já lhe renderam quatro condenações.

A atitude de Locatelli bem que poderia ser seguida pelos representantes do setor que contribui para os cofres públicos (Estado e Município), como Fiemt, Fecomércio e outros como supermercadistas, construção civil, etc.

Tanto no setor comercial quanto industrial os empresários amargam administrações que sempre estão atreladas ao Poder executivo e legislativo do Estado, como privilegiados que são diretamente. O que é vergonhoso.  
 

PF's migram

Segunda, 04 de junho de 2018

Agentes da Polícia Federal de outros estados se movimentam em direção a Cuiabá.

A informação dá conta de uma operação da PF contudo não se sabe quais os alvos.

Apesar de se informar pela mídia que o fato poderia estar envolvendo o governador Pedro Taques (PSDB) por conta das escutas ilegais, não há ainda uma confirmação a respeito.  

Organizando a farra

Terça, 22 de maio de 2018

O número de ações trabalhistas ajuizadas no TRT (Tribunal Regional do Trabalho) da 9ª Região (Paraná) caiu pela metade (49%) nos primeiros quatro meses desse ano em relação ao mesmo período do ano passado.

De acordo com a desembargadora Marlene Fuverki Suguimatsu, presidente do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) do Paraná, houve uma "corrida" para o ajuizamento de ações trabalhistas na primeira semana de novembro de 2017, antes da entrada em vigor da Reforma Trabalhista.

Só no período de 4 a 10 de novembro, o tribunal recebeu 21 mil novos casos. Após esse período, o número de ações ajuizadas caiu drasticamente. No mês de dezembro de 2017, foram recebidos 2.648 novos casos, contra 11.464 em 2016, uma diferença de quase 77%.

As informações são do jornal Folha de Londrina 

Faz a obrigação, mas que melhore o atendimento.

Quinta, 17 de maio de 2018

Cena cotidiana: O cidadão liga na empresa Energisa (que explora o fornecimento de energia elétrica em Mato Grosso) e enfrenta o seguinte: ao informar o número do protocolo é falado numa velocidade que não é possível anotar. E não repetem, para desespero do cliente. 

A funcionária (e também ocorre com funcionáriOs) que atende com voz de sono e pronunciando o nome que não dá pra se saber o que falou, pergunta ao cliente o que pode ajudar.
 


O cidadão pede uma informação e ato seguinte a 'soneca' afirma que o no momento o sistema está fora do ar e pede para o cliente ligar dentro de trinta minutos. E na lata deseja bom dia e desliga o telefone.

Quem convive (e é obrigado a isso) a tratar de questões com a Energisa enfrenta esse tipo de 'qualidade" no atendimento. E o mais desumano é que milhões de pessoas (inclusivo idosos!!!) enfrentam esse tipo de 'tratamento', nas regiões em que a empresa explora: Minas Gerais, Paraíba, Sergipe, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Paraná e São Paulo

Em que pese a empresa esteja realizando melhorias no sistema de estrutura e distribuição de energia (o que não é mais que sua obrigação) a Energia precisa melhorar o seu setor de call center, a começar exigir que seus funcionários pronunciem as palavras de forma correta e interpretativa - indiferente de qual região estão baseados.

E ainda que faça uma campanha buscando informações da qualidade do atendimento dos seus serviços e o que a empresa pode melhorar e corrigir falhas. Afinal, o cliente vai estar alí, fixado em um endereço, uma unidade consumidora, um cpf ou um cnpj. E a empresa prevalecendo do seu poder em suspender o fornecimento de energia sem qualquer cordialidade ou consideração ao cliente.  Que a Energisa faça valer o que se propõe, verdadeiramente, ao menos como forma de alento ao alto preço do 'produto' intermediado por ela. 

 

Roubado carro de jornalista

Quarta, 16 de maio de 2018

A jornalista Tassia Maciel, de Cuiabá, foi roubada na porta de sua casa no início da noite de hoje.

Levaram o seu carro, um C3 branco, placa QQC6761, um aparelho celular e todos os documentos.

A vítima pede ajuda para localizar seus bens e os documentos. 

 

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