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Né !

Unic: descaso e impunidade

Terça, 08 de maio de 2018

Se não fosse [a dedicação] dos professores os alunos da Unic (Universidade de Cuiabá) não teriam ganhos, pois se contasse com termos de infraestrutura e/ou material de estudo (livros e computadores) seria um caos.

- Vários cursos tem aula online que sequer os professores respondem quando tem dúvidas. Lamentávelmente é muito descaso descanso por parte da instituição.

- Os livros estão desatualizados e quando chega um livo novo - no máximo 3 a 4 exemplares - nas semanas que antecedem as provas, a situação vira um verdadeiro 'Deus nos acuda' pra achar algum livro. E alerta: a biblioteca do curso de Direito vive trancada.

O desabafo é de um aluno de Direito da Unic que afirma que a situação está tomando conta de todos os cursos.

Por outro lado o estudante disse que esteve na Unemat (Universidade Estadual de Mato Grosso) e ficou surpreso com a diferença. 

É (lógico, diz ele) uma proporção menor, mas existem livros, e atualizados. Uma estrutura satisfatória da biblioteca o que contribui com a qualidade do ensinamento.

O problema do descaso da Unic para com os alunos tem sido tema de discussão pública e matérias jornalísticas, contudo nenhuma instituição (OAB, MPF, MP ou Ministério da Educação) tomam providência - apesar de fiscalizadoras que são.

Com isso a instituição segue na impunidade. Talvez os orgãos fiscalizadores estejam confortavelmente esperando que os alunos coloquem a cara a tapa pra denunciar o obvio. E, depois, serem alvos de retaliações... 

Em sua página na internet a Universidade de Cuiabá afirma que "diferentes propostas surgem e ainda há muito a ser feito. Novos desafios, novas responsabilidades, mas com a missão: "melhorar a vida das pessoas através da Educação Superior responsável". O que, pelo visto, não condiz com o anseio e necessidade dos estudantes.

Guincho só em blitze?

Quinta, 03 de maio de 2018

Com o título "Desabafo de um cuiabano', o cidadão Giunchiglio Bello Junior, narrou há pouco em um grupo de WhatsApp de Cuiabá, que há várias horas havia um veículo à frente do portão da garagem da sua casa e recorreu então ao 190 solicitando atendimento da Polícia Militar de Mato Grosso para 'desobstruir' o local. 
 

Cidadão questiona uso de guincho somente em blitze

Conta ele que enviaram uma viatura para o atender, contudo para retirar o carro seria necessário um guincho. Foi informado de que a polícia não tem mais guincho.

Recorreu então via telefone à Secretaria de Mobilidade Urbana de Cuiabá que, por sua vez, também informou que o órgão também não tem um guincho para esses casos.

Indignado o cidadão questiona: Quem tem a responsabilidade de cuidar do trânsito? Cadê as Autoridades competentes que constituem essas leis?

E, de fato na bronca, cobra do secretário Antenor Figueiredo (Semob), do Cmtes Geral da Polícia Militar, do prefeito e até do Governador [ou sei lá de quem é de direito] uma resposta e providência.

Assim como toda a população fecha a postagem desabafando: "Será que esses guinchos terceirizados só funcionam nas blitze?

"Estou horrorizado com uma simples situação dessa, uma capital do Estado não tem um guincho para atender a PM ou o setor de trânsito" - conclui, assinando Giunchiglio Bello Junior.

Por falar em agentes de trânsito em Cuiabá, os Amarelinhos, alguém de direito deve estabelecer a atuação desses servidores em horários efetivamente necessários, como no final do dia, onde a população deixa o comércio e se desloca para suas casas ou escolas.

O que se sabe é que praticamente todos trabalham somente no horário comercial até 17h00, ou no máximo 18h00 já que estudam (um grande número em curso de Direito) e, com isso a população não tem atendimento dos controladores de trânsito.

Havendo um planejamento melhor, muitos locais de estrangulamento poderiam contar com a atuação de um Amarelinho e se evitar os infartantes engarrafamentos em Cuiabá.  

Preso, mas petulante!

Quinta, 19 de abril de 2018

Investigadores da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), juntamente com o núcleo de inteligência da Secretaria de Estado Justiça e Direitos Humanos (Sejudh), efetuaram buscas, nesta quinta-feira (19), em um cubículo na Penitenciária Central do Estado (PCE), ocupado pelo reeducando Lindomar Rodrigues Madureira, e encontraram (pasmem!!!) 13 aparelhos de telefone celular.

Lindomar que cumpre 40 anos de prisão por condenação nos crimes de tráfico de drogas e roubo. No local os policiais encontraram ainda porções drogas.

O homem é suspeito de estar envolvido em explosões ao muro da Secretaria de Estado de Segurança Pública, em Cuiabá.

Pelo visto muita coisa corre solta dentro da penitenciária, já que mesmo estando preso, Lindomar ainda se acha no direito de praticar um atentado contra o prédio da Sejusp.

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É Globo e quanto vai custar?

Terça, 17 de abril de 2018

O Governo de Mato Grosso informou que na próxima quarta-feira (18.04), a Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) e o Canal Futura, da Fundação Roberto Marinho, formalizarão um acordo de cooperação e outras ações de natureza educativa. Esta será a primeira parceria entre o Canal Futura e uma Instituição de Ensino Superior (IES) em Mato Grosso.

O evento será realizado no câmpus de Tangará da Serra (a 239 km de Cuiabá), onde a Instituição oferta o curso de Jornalismo. O convênio permitirá projetos educativos e culturais com toda a universidade. A parceria também prevê uma frente de trabalho com o curso de Jornalismo, com os cursos de licenciatura, pesquisa e extensão. Também estão previstos intercâmbios para os alunos com o Canal Futura.

Atualmente o Canal Futura alcança 90 milhões de expectadores no Brasil com um público fiel de cerca de 40 milhões. Entre o público estão 2 milhões de educadores. A reitora da Unemat, Ana Di Renzo, acredita que a parceria será uma grande oportunidade para a universidade mostrar nacionalmente a produção da comunidade acadêmica por meio de projetos de pesquisa e extensão.

O acordo ainda amplia e reforça o conhecimento da comunidade interna e externa da Unemat e divulga o estado de Mato Grosso por meio de seus trabalhos.

Visivelmente bom e importante, falta o Governo informar o valor do custo financeiro da parceria com a empresa da Rede Globo. Ou não há custo?

 

Cidadão mais distante da Assembleia

Segunda, 16 de abril de 2018

E a Assembleia Legislativa de Mato Grosso pelo visto está determinada a ficar cada vez mais distante do cidadão. Depois de instalar catragas no acesso principal e outros pontos de corredores internos, sob a alegação de que é para garantir segurança aos servidores e aos deputados, agora está proibido de vez o cidadão utilizar o estacionamento em frente ao Teatro Zulmira Canavarros, aquele coberto que custou milhões e está próximo da porta de acesso ao prédio.

Eduardo Botelho, presidente da Assembleia Legislativa

A regra agora é o cidadão mortal utilizar "outros espaços" como divulgaram em nota na semana passada: uma opção é o estacionamento do Poder Executivo (ou da SAD), que fica depois da primeira rotatória após a entrada da Assembleia Legislativa (sentido centro-bairro). O mesmo vale para quem for fazer a biometria ofertada no foyer do Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros, de segunda-feira a sexta-feira, das 8h às 17h.

Ou seja, o estacionamento que a direção da Assembleia se refere fica cerca de 400 a 500 metros onde o cidadão é obrigado a caminhar por uma calçada estreita, sob o aconchegante sol cuiabano ou na chuva.

A direação da Casa alega que os servidores da Assembleia Legislativa seguem expediente de trabalho de segunda-feira a sexta-feira, das 7h às 18h, com cargas horárias diversas, sendo que as assessorias parlamentares diretas também atendem durante os horários das sessões plenárias, que são iniciadas às 17h e podem transcorrer até as 21h, ou depois desse horário, quando ocorrem sessões extraordinárias, nas terças-feiras e quartas-feiras.

O presidente da Casa, Eduardo Botelho, certamente não leva em conta que o cidadão que vai até aquele logradouro público mereça o mínimo de consideração e respeito, já que - ao contrário do servidor que deixa seu carro pela manhã e só retira quando vai embora, o ralé mortal adentra ao recinto e retorna para suas atividades sempre com tempo corrido.

Isso, no mínimo seria razoável respeitar o contribuinte quando ao fatídico trajeto que ele terá de percorrer tendo que utilizar a única opção de estacionamento, a quase 500 metros da recepção da Casa. 

 

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