Cuiabá | MT 14/04/2024
Polícias
Terça, 26 de março de 2024, 09h33

Sozinho em via estadual, agende da PRF aborda motociclistas em Várzea Grande


PRF sozinho aborda motoristas em via estadual em Várzea Grande em plno sábado

No último 22 março de 2024, um sábado, às 10h00, uma viatura da Polícia Rodoviária Federal com um único policial fardado portando uma arma longa abordava motoristas e motociclistas na estrada estadual que dá acesso ao Distrito de Souza Lima, em Várzea Grande, chamou a atenção de quem passava pelo local. O fato por se tratar de uma via sob legislação estadual, o que caberia para a Guarda Municipal de Várzea Grande, ou a Polícia Rodoviária Estadual - PRE, da Polícia Militar de Mato Grosso.

A ação do único agente da PRF obstruia parte da pista do rolamento e o mesmo posicionava-se com uma arma de cano longo.  

Tem sido muito comum ainda a presença de policiais rodoviários que posicionam no pátio de um posto de combustíveis no trevo da Rodovia dos Imigrantes com a estrada da Praia Grande - uma via estadual. No local, em perímetro urbano, os agentes param principalmente motociclistas, exigindo documentação. A situação é reclamada por muitos trabalhadores que questionam a legalidade da operação e, principalmente, pela obstrução de trafégo o que causa atrasos nas suas rotinas de trabalho e, ou, de deslocamento em horários incompatíveis como próximo do almoço - inclusive aos domingos

Em Cuiabá a situação também não é diferente. A região preferida dos policiais é na avenida Fernando Correa da Costa, nas imediações do acesso ao viaduto do distrito industrial. Normalmente param embaixo de uma árvore, sobre a calçada de pedestres e atuam fiscalizando principalmente motociclistas.

O reclame é maior já que pontos onde se faz necessária a presença dos agentes policiais os mesmos nunca são vistos como controladores de excessos, como a Serra de São Vicentes  e trechos para o Nortão de Mato Grosso.

PRF é proibida de participar de operações fora de rodovias federais

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) não pode mais participar de operações conjuntas com outros órgãos de segurança pública em comunidades ou fora das estradas federais.

A decisão é da juíza Frana Elizabeth Mendes, da 26ª Vara Federal do Rio de Janeiro, e vale para todo o território nacional. Ela atende a pedido do Ministério Público Federal (MPF) para suspender o artigo 2º da Portaria 42, de 18 janeiro de 2021, editada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Na decisão, a juíza considerou que a portaria 42 viola o parágrafo 2º do artigo 144 da Constituição Federal, que especifica que a PRF “destina-se, na forma da lei, ao patrulhamento ostensivo das rodovias federais”.

De acordo com a ação do Ministério Público Federal, somente neste ano, três operações policiais com participação da PRF em favelas na zona norte do Rio resultaram na morte de 37 pessoas. Uma em março, na comunidade do Chapadão, com seis mortos; e duas na Vila Cruzeiro, sendo uma em fevereiro, com oito mortos; e a outra em maio, com 23 mortos. (ABR)

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