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Mundo
Domingo, 11 de junho de 2023, 17h36

Honduras abre embaixada na China depois de romper com Taiwan


Honduras abriu uma embaixada na China neste domingo, 11. A ação ocorre depois que o país centro-americano cortou relações diplomáticas com Taiwan no início deste ano, segundo informações da emissora estatal chinesa, CCTV.

A embaixada de Honduras em Pequim foi aberta por ministros das Relações Exteriores dos dois países. A presidente hondurenha, Xiomara Castro, está na China para uma visita oficial. Ela vai se reunir com o presidente Xi Jinping.

Em março, Tegucigalpa, capital de Honduras, encerrou seu relacionamento de décadas com Taipei. Na sequência, estabeleceu relações diplomáticas com Pequim.

A China considera, oficialmente, a ilha de Taiwan como parte de seu território. O Partido Comunista Chinês exige que os países com os quais tem vínculos diplomáticos e comerciais reconheçam essa posição.

Com a nova decisão diplomática de Honduras, Taiwan passa a ter relações diplomáticas formais com apenas 13 países, principalmente nações pobres e em desenvolvimento na América Central, no Caribe e no Pacífico. Na América do Sul, o Paraguai é o único a reconhecer formalmente a ilha como um país independente

Pressionada pela China, Honduras rompeu com Taiwan em março
Xi Jinping Ricas Amorosas
Ditador chinês, Xi Jinping | Foto: Reprodução/Flickr
Honduras tornou-se o quinto país latino-americano em apenas seis anos a cortar relações diplomáticas com Taiwan — e fortalecer os laços com a China. Panamá, República Dominicana, El Salvador e Nicarágua haviam adotado o mesmo rumo desde 2017.

O governo de Honduras afirmou que “reconhece a existência de uma só China no mundo” e que Taiwan “forma parte inalienável do território chinês”.

De acordo com a chancelaria do país centro-americano, o presidente chinês, Xi Jinping, lidera “o único governo legítimo que representa toda a China”. Honduras e Taiwan mantinham laços diplomáticos desde 1941. Nos últimos 82 anos, não havia relações formais entre Honduras e Pequim.

Em contrapartida, a China tem oferecido aos hondurenhos possíveis investimentos no setor produtivo e em infraestrutura. O objetivo é trazer o país centro-americano para a sua zona de influência.

O Panamá, por exemplo, negocia um acordo com os chineses para exportar seus produtos. Nesse sentido, El Salvador também ouviu de Pequim a promessa de que o estádio de futebol mais moderno da América Central será construído no país.

Revista Oeste




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