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Auto&motores
Domingo, 11 de julho de 2021, 07h32

Metas para SP: at 2024, mais nibus eltricos, BRT, corredores, faixas...


O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), entregou na tarde desta quinta-feira (1) à Câmara Municipal a versão final do Programa de Metas 2021-2024. A proposta da prefeitura já tinha sido apresentada no fim de março deste ano, e depois disso passou por várias audiências públicas. O documento final lista as prioridades do município para os próximos quatro anos, e saiu publicado hoje no Diário Oficial do Município. 

“O resultado é um documento com a pactuação de 6 eixos temáticos, 27 objetivos estratégicos, 77 metas e seus respectivos indicadores e 303 iniciativas”, sublinha o texto do DO. Entre os seis eixos temáticos, há metas previstas para as áreas de mobilidade e transporte, conforme resumimos a seguir. 

Segurança viária

No eixo "SP Ágil", um dos objetivos colocados é o de “atingir grau de excelência em segurança viária, com foco na diminuição do número de sinistros e de vítimas fatais no trânsito”. Em uma das metas, aponta-se justamente a necessidade de “reduzir o índice de mortes no trânsito para 4,5 por 100 mil habitantes”. 

No transporte público, essa preocupação se reflete em iniciativas tais como as seguintes: adesivagem de todos os ônibus do sistema municipal indicando os locais de pouca visibilidade (pontos cegos) para o motorista; implantação de 2.800 novas faixas de travessia para pedestres; aumento do tempo de travessia para pedestres nos semáforos e a intensificação da fiscalização de trânsito; redução da velocidade máxima regulamentada de 50 km/h para 40 km/h em 24 vias; implantação de 200 projetos de avanço de calçada ou execução de ilhas e refúgios em locais de travessia de pedestres; regulamentação sobre a prestação de serviços de entregas com moto e bicicleta por empresas que operam com aplicativos. 

Mobilidade ativa

Em outro trecho, há metas que visam estimular a mobilidade ativa (pedestres e bicicletas). São elas a manutenção de 1,5 milhão de metros quadrados de calçadas e a implantação de 300 km de estruturas cicloviárias, entre outras.

Há ainda uma meta que aponta para a implantação de um "sistema de transporte público hidroviário" na represa Billings, com previsão inclusive de construção de atracadouros integrados a terminais de ônibus para embarque e desembarque na rede de transporte público hidroviário.

Transporte público

A meta específica sobre o sistema de transporte por ônibus na capital refere-se diretamente à implantação de corredores no modelo BRT (Bus Rapid Transit) nas avenidas Aricanduva e Radial Leste.

Outra promessa é a de viabilizar 40 km de novos corredores de ônibus, com a extensão, em quilômetros, de trechos com obras iniciadas em novos corredores. Estes corredores são os seguintes: Itaquera-Líder; Celso Garcia; Itaim-São Mateus; Miguel Yunes; e Nossa Senhora do Sabará.

São ainda previstos: quatro novos terminais de ônibus - terminais Jardim Miriam, São Mateus, Itaquera e Itaim; a construção de conexões de transporte público nos seguintes locais: João Paulo I; Jaçanã; Tremembé; Mandaqui; e Praça Acuri (Pedreira); e a implantação de 50 km de faixas exclusivas de ônibus (o documento não define locais ou regiões). Há ainda metas para o aumento em 420 km de vias atendidas pelo sistema de ônibus.

Ônibus elétricos

Até 2024, prefeitura estabeleceu a meta de garantir que 100% dos ônibus estejam equipados com acesso à internet sem fio e tomadas USB para recarga de dispositivos móveis. Mas, a promessa mais importante é: ao menos 20% da frota deverão adotar ônibus elétricos, promete a gestão. Isso significa dizer que, dos 4 mil novos ônibus que deverão ser entregues para a frota municipal, ao menos 2.600 serão 100% elétricos.

Outra projeção da administração trata especificamente da questão ambiental, e aponta para o cumprimento de 100% das metas de redução das emissões de poluentes e gases de efeito estufa pela frota de ônibus do transporte público. Para tanto, deverão ser adotadas ações para a redução em 25% da emissão de óxidos de nitrogênio; 40% menos de material particulado; e 12% menos de dióxido de carbono.

Por fim, o governo promete publicar três versões do inventário de emissões e remoções antrópicas de gases de efeito estufa; e publicar relatórios técnicos anuais sobre a implementação do Plano de Ação Climática de São Paulo (PlanClima-SP). 

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