Exclusão da palavra ‘mãe’ em cadernetas do governo federal é absurda e revoltante, afirma vereadora de Cuiabá

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A vereadora Michelly Alencar (União Brasil) classificou como “absurda” e “revoltante” a substituição da palavra “mãe” por termos como “pessoa que gesta” e “pessoa puérpera” no material oficial que será distribuído nas unidades de saúde de todo o país pelo Governo Federal.

Segundo a parlamentar, a mudança representa um  retrocesso da identidade feminina e da maternidade, além de desvalorizar mulheres que lutam diariamente para gerar, cuidar e formar suas famílias.

“Enquanto milhares de mulheres sonham em ser mães, enfrentam tratamentos, desafios e vivem a maternidade como uma realização, o governo federal tenta substituir a figura da mãe por termos frios e impessoais”, afirmou.

Michelly destacou ainda que inclusão não pode significar exclusão das mães e criticou o uso de pautas ideológicas em materiais públicos voltados às famílias brasileiras.

A vereadora também relembrou projetos aprovados na Câmara de Cuiabá voltados à valorização da família, das mulheres e das datas comemorativas, como o Dia das Mães e o Dia dos Pais.

Para ela, é inadmissível que o poder público deixe de reconhecer oficialmente a figura materna.

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“Gestante é mãe. Quem gera uma vida é mãe. Não podemos aceitar que tentem apagar algo tão sagrado e essencial para a sociedade”, declarou.

Ao final do pronunciamento, Michelly afirmou que continuará acompanhando a distribuição do material nas unidades de saúde de Cuiabá e reforçou que seguirá defendendo a maternidade, as mulheres e os valores familiares.

Por: Débora Inácio

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