Cuiabá | MT 29/01/2022
Luís Irajá Nogueira de Sá Júnior
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Terça, 16 de novembro de 2021, 15h21

É preciso por um basta na eleição de inimigos da Nação

François de La Rochefoucauld (1.613 – 1.680), foi escritor, militar, François 6º, príncipe de Marcillac e, mais tarde, duque de La Rochefoucauld. Foi um moralista francês e sempre conviveu entre os aristocratas da época. É dele a frase: “A hipocrisia é uma homenagem que o vício presta à virtude”.

Vivemos dias difíceis, é inegável. Porém, também é visível e agradável conviver com administradores públicos que agem com ética e transparência. Reconhecer as dificuldades para o administrador público movimentar e ou impulsionar (rumo ao desenvolvimento em todos os setores) um país gigante como o nosso, e, com pensamentos e opiniões político partidárias divergentes, é o primeiro passo para o amadurecimento do eleitor. Para que o país continue no caminho do progresso é preciso por um basta na eleição de inimigos da nação. Acorda Brasil!

Porque na opinião da grande mídia o Brasil não está dando certo? É simples de responder: secou a fonte da corrupção. Não se usa mais o dinheiro público para desvio de função. Vejamos: 

O Brasil sustentava a imprensa com propaganda e divulgação das obras e serviços públicos (com nossos impostos), a qual recebia bilhões para falarbem do governo. Jornalistas ganhavam fortunas e os donos das redes de televisão, jornais e revistas ficavam milionários. Alegavam que era para bem informar o povo. Pura Fake News!

O Brasil sustentava os artistas através da Lei Rouanet (com nossos impostos). Pagava-se milhões de reais para que eles pudessem fazer shows, cobrar ingressos caríssimos e falar bem do governo. A justificativa do governo era a de promover cultura para o povo que dela precisava. Será?

O Brasil sustentava os parlamentares com mensalões que garantia a aprovação de leis e a sustentação no poder do próprio governo, com a alegação de proteger a independência administrativa, a democracia e o respeito aos três poderes. Eleitor, você ainda acredita nisso?

O Brasil sustentava juízes do STF com passagens aéreas, viagens e mordomias, sob a, também, pseudo alegação de proteger a independência funcional, a democracia e o respeito aos três poderes. Que vergonha! 

O Brasil sustentava as empreiteiras (com nossos impostos), que distribuíam parte do dinheiro público como propina aos partidos, comprava propriedades e as entregava aos líderes, sob a alegação de que tudo isso gerava empregos. Eis o auge da hipocrisia e desmoralização de parte da classe política e de parte da classe empresarial do país.

O Brasil sustentava os sindicatos (com nossos impostos) para que os sindicalistas falassem bem do governo, sob a alegação de que isso era respeitar os direitos dos trabalhadores. Os trabalhadores eram obrigados a contribuir para os sindicatos que, por sua vez, ignoravam os que mais precisavam de sua ajuda. Nesse esquema os sindicalistas ficavam ricos.

O Brasil sustentava os países comunistas (com nossos impostos), cujos líderes ditavam as regras, ficavam com parte do dinheiro e deixavam o povo na miséria. Para justificar os empréstimos, o governo brasileiro noticiava na mídia que estava distribuindo riquezas com países pobres e miseráveis. Será que no  Brasil não temos pobres e miseráveis também?

O Brasil sustentava as ONGS (no Brasil e no exterior) mediante transferências de bilhões de reais, anualmente, sob a alegação de que estas, estavam imbuídas de proteger as florestas e os animais que sofriam ameaças de serem dizimados pelos brasileiros. Todavia, o que se descobriu foi que estas mesmas ONGs vendiam terras e exploravam ouro, madeira e diamante.

Seus líderes enriqueciam às custas da prática de violência contra os índios e exploração de lenhadores, moradores nativos da floresta.

Eleitor, preste atenção: nessa época, o Brasil só afundava, o povo do norte e nordeste passava fome e sede. O Brasil estava estagnado e só empobrecia. A corrupção e a criminalidade imperavam e tomavam conta das ruas. Será que isso tudo é pouco para entender que o regime comunista destrói a nação e o seu povo?

François de La Rochefoucauld nos ensina que “O orgulho é igual em todos os homens (ricos ou pobres), só diferem os meios e as maneiras de mostrá-los”. O Brasil precisa de patriotas que defendem o seu território e suas riquezas, a fim de melhor distribuí-las ao seu povo. Pense nisso!

Luís Irajá Nogueira de Sá Júnior é advogado no Paraná - Palestrante Professor do Curso de Direito da UNIPAR. iraja@prof.unipar.br

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