Iluminação especial marca o Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra

Foto: América/Aspadi Secom

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O Ministério da Igualdade Racial (MIR), em parceria com a Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República, articulou uma iluminação em homenagem ao Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra, celebrado no próximo dia 20 de novembro.  

Na semana entre 17 e 21 de novembro, o Palácio do Planalto, o Supremo Tribunal Federal (STF), o Itamaraty, o Palácio e o Ministério da Justiça estão iluminados com cores simbólicas da luta antirracista. 
 
A iniciativa integra a agenda nacional do Novembro Negro 2025 e se insere no âmbito da campanha permanente “Brasil pela Igualdade Racial”, reforçando o compromisso do Governo do Brasil em destacar a pauta racial como prioridade, fomentando o diálogo sobre igualdade, memória e reparação.  

“Essa iluminação é um gesto público e visível de valorização da história e da resistência da população negra no Brasil. Busquem saber mais sobre o 20, que fala muito de quem somos e de onde viemos”, declara a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco. 
 
Além de marcar o calendário, a ação busca ampliar a conscientização sobre o racismo sistêmico e destacar o papel de Zumbi dos Palmares como símbolo da luta por liberdade.  
 
Dia de reflexão O 20 de novembro tornou-se feriado nacional em 2023 e está sendo celebrado pela segunda vez em 2025. Antes de ser feriado, a data foi instituída em 2011, marcando a morte de Zumbi dos Palmares, líder do maior quilombo da história do país e símbolo da resistência contra a escravidão.  

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O 20 de novembro se consolidou como um dos principais marcos do calendário antirracista brasileiro. Ele é dedicado à reflexão sobre o papel da população negra na construção do Brasil e sobre os desafios ainda existentes para a superação das desigualdades raciais. 

Mais do que um dia de celebração, o 20 de novembro é um momento de reafirmação da luta por direitos, justiça e reconhecimento, princípios essenciais para a construção de uma sociedade verdadeiramente igualitária”, acrescentou a ministra Anielle. 
 
As cores – A iluminação do Novembro Negro utiliza três cores centrais: vermelho, verde e amarelo, tonalidades presentes em diversas bandeiras de países africanos e historicamente associados ao movimento pan-africanista. 
 
O vermelho simboliza o sangue derramado pelos povos africanos e afrodescendentes na luta por liberdade e independência. 
 
O verde remete à fertilidade da terra, à vida e à esperança de renovação. 
 
O dourado (ou amarelo) representa a riqueza natural e cultural do continente africano. 

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Essas cores se difundiram como referência identitária a partir da bandeira da Etiópia, um dos poucos países africanos que resistiram ao colonialismo. Por isso, tornaram-se símbolo de unidade, orgulho, soberania e resistência, significados que dialogam diretamente com o espírito do Dia da Consciência Negra.   

Fonte: Ministério da Igualdade Racial

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