Federação dos Servidores fará ato de RGA a 19,52%; governo seguirá indice oficial

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Em nota divulgada há pouco, a Federação Sindical  dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) informou que está convocando todas as lideranças sindicais do estado e a imprensa para uma coletiva  nesta terça-feira(13) em sua sede para falar sobre as providências que serão tomadas caso o governo não abra negociação do passivo acumulado de 19,52% da Revisão Geral Anual(RGA) a que o servidor tem direito, segundo a Federação.

Segundo a presidente da Federação, Carmem Machado, caso saia da pauta de votação e o governo não abra negociação com as lideranças sindicais, uma greve geral não está descartada. “Estamos lutando pelo que é nosso direito. Precisamos do reconhecimento por parte do governo de que o estado não funciona sem o servidor público e em meio a este superendividamento por parte dos consignados, precisamos desse recurso para equilibrar nossas finanças. Estão na hora do governo abrir a mesa de negociação com as lideranças sindicais”, afirma Carmem.

A coletiva de imprensa, antecede a votação da RGA que acontece nesta quarta-feira(14) as 10h na Assembleia Legislativa, sessão extraordinária convocada pelo presidente da casa Max Russi(PSB).

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“É importante que todas as categorias lotem as galerias do plenário como forma de pressionar os deputados a votarem o que é justo para o servidor público do estado”,  convoca a presidente da FEESP-MT.

Governo seguirá a inflação oficial

Dilmar: governo seguirá índice oficial

O líder do Governo na Assembleia, deputado Dilmar Dal’Bosco (União Brasil), afirmou há pouco, ao portal MidiaNews,  que a previsão é que o Executivo envie ao Legislativo um projeto de Revisão Geral Anual (RGA) de 4,26%

A porcentagem, segundo Dilmar, está baseada na correção da inflação oficial do Brasil, divulgada na sexta-feira (9) pelo IBGE.

O índice era aguardado pelo Governo para encaminhar o projeto aos deputados a fim de conceder a revisão na remuneração dos servidores. Os deputados têm sessão agendada para a próxima quarta-feira (14), às 10 horas. O tema já está na pauta do ordem do dia.

“Eu não consegui ir na Casa Civil. Mas o que sei é que vai vir os 4,26%”, afirmou o deputado ao MidiaNews nesta segunda-feira (12). “Eu não falei com o governador Mauro ai

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