Mesmo com o momento migratório de várias lideranças políticas que acompanham o presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi, ao Podemos, uma das gestoras do segundo maior colégio eleitoral de Mato Grosso afirma que não irá trocar de partido. Flávia Moretti, prefeita de Várzea Grande, segundo maior colégio eleitoral do estado.
Justificando ter um bom relacionamento com Max Russi, a prefeita apresenta suas razões como vice-presidente do PL no diretório do município, que tem muito carinho dentro do partido e sacramentando que “não largo do meu Bolsonaro”.
Por falar em Várzea Grande, o ex-prefeito, ex-governador e atual Senador Jayme Campos (União) precisa combinar com a população local sobre sua pretensão em ser candidato ao governo de Mato Grosso. Ao que se sabe, o político não contaria com tamanho número de eleitores como acredita, caso insista em enfrentar a disputa.
Soma-se, ainda, o fato do atual governador Mauro Mendes, também União, ter realizado certamente a melhor gestão pública dos últimos 20 anos em Mato Grosso. Dentre seus feitos, foi a conclusão em 2025, do Hospital Central, em Cuiabá, abandonado por 35 anos, tendo na gestão do então governador Jayme (década de 90) sua pior história.
Conforme levantamento do Ministério Público Federal, a obra teve cerca de 700% de supervalorização, o que inviabilizou completamente sua continuidade.

Em Janeiro de 2015, Jayme Campos, já Senador, procurou o governador Pedro Taques, com a proposta de retomada das obras do Hospital Central que passaria a se chamar Centro Materno Infantil.
Nem nem
A bem da verdade, Pedro Taques conseguiu realizar o feito nem nem. Nem tocou a obra cobiçada por Jayme e nem deu continuidade na conclusão das obras do VLT. Ou melhor: foi o responsável por afundar de vez o novo modal de transporte advindo da Copa do Mundo.

























