Oficina no 2º Encontro da Rede Territórios da Cultura debate fortalecimento da gestão de equipamentos culturais

Foto: Ascom MinC

publicidade

O fortalecimento da gestão de equipamentos culturais foi tema de atividade formativa nesta quinta-feira (14), no 2º Encontro Nacional da Rede Territórios da Cultura, em Brasília. O segundo e último dia do evento promovido pelo Ministério da Cultura (MinC) teve a oficina Cuidar, Conectar, Transformar – Ferramentas para Gestão e Articulação Territorial de Equipamentos Culturais, conduzida pela equipe da Subsecretaria de Espaços e Equipamentos Culturais (SEEC).

Participaram mais de 110 pessoas de 19 estados, além do Distrito Federal e de 48 municípios, entre gestores de equipamentos culturais, representantes da Rede Territórios da Cultura, equipes técnicas de entes federados, artistas e produtores culturais.

A atividade foi construída a partir da cartilha Territórios da Cultura – Cuidar, Conectar, Transformar: Guia de Gestão e Articulação Territorial de Equipamentos Culturais, desenvolvida no âmbito da cooperação entre o MinC e a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

O material reúne metodologias, referências práticas e estratégias de gestão voltadas especialmente aos desafios enfrentados por gestores de equipamentos culturais públicos em diferentes contextos do país.

Leia Também:  ESAGU vai levar noções de Direito a escolas do Rio de Janeiro

Com conteúdo elaborado por Américo Córdula, a publicação foi feita com base na escuta de experiências, práticas e desafios vividos nos territórios culturais de diferentes regiões do país.

“É uma oficina construída para a aplicação dos conceitos da cartilha, destinada aos gestores de cultura, com passos para criar, manter, ativar e planejar o espaço cultural. Tivemos três dinâmicas, onde os espaços podem se reconhecer nos outros, constituindo uma rede. Também foi uma oportunidade de os CEUs poderem trocar, intercambiar expectativas, experiências e se planejarem para a continuidade dos trabalhos. Falamos ainda do orçamento dos CEUs e de como trabalhar a programação”, contou Américo.

Já a condução metodológica foi realizada por Cláudia Schultz, responsável pela mediação das dinâmicas participativas e dos processos de construção coletiva desenvolvidos ao longo das atividades formativas.

Na oficina foram abordados assuntos como gestão compartilhada, formação de grupos gestores, articulação intersetorial, mobilização comunitária, planejamento territorial, sustentabilidade das programações culturais e fortalecimento das redes locais de parceria.

A proposta foi transformar o conteúdo da cartilha em espaço prático de troca de experiências, escuta e construção coletiva entre os participantes.

Leia Também:  CPNU, um serviço público com a cara do Brasil

“A formação nasce de uma percepção concreta: muitos gestores culturais, sobretudo em municípios pequenos e médios, acabam assumindo a gestão dos equipamentos sem apoio metodológico e espaços permanentes de troca e, muitas vezes, enfrentando os mesmos desafios de forma isolada. A cartilha e a oficina foram pensadas para transformar experiências acumuladas pela rede em ferramentas de gestão, fortalecendo a capacidade dos territórios de sustentar programações, mobilizar comunidades e consolidar os equipamentos culturais como espaços públicos vivos”, destacou a coordenadora-geral de Articulação e Parcerias da SEEC, Maria Carolina Prado Lage.

Além da atividade presencial, o Ministério da Cultura trabalha na adaptação do conteúdo para formato de curso EaD, com foco na ampliação do acesso à formação continuada para gestores, trabalhadores da cultura e agentes territoriais vinculados à Rede Territórios da Cultura.

Fonte: Ministério da Cultura

COMENTE ABAIXO:

Compartilhe essa Notícia

publicidade

publicidade

publicidade

publicidade