Pelo segundo ano consecutivo, companhia obtém selo internacional que comprova que a energia elétrica consumida nas unidades de Angico dos Dias e Luís Eduardo Magalhães provém de fontes renováveis
Complexo Industrial da Galvani em Luís Eduardo Magalhães
No dia 29 de maio, data em que se celebra o Dia da Energia, a Galvani, empresa brasileira com mais de 50 anos de atuação e líder na produção, distribuição de fertilizantes fosfatados na região do Matopiba (região que compreende trechos dos estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), anuncia mais um marco importante em sua agenda de sustentabilidade: a renovação da certificação I-REC (International Renewable Energy Certificate).
O selo atesta que a totalidade da energia elétrica consumida na Unidade de Mineração em Campo Alegre de Lourdes (Angico dos Dias) e no complexo industrial em Luís Eduardo Magalhães, ambos na Bahia, é proveniente de fontes limpas e renováveis, reforçando a estratégia de descarbonização da companhia. A Galvani comprovou que a energia consumida em suas operações no último período – um total de 24.665 MWh – veio diretamente de fontes renováveis, garantindo a neutralidade de carbono nesse consumo.
O I-REC é um sistema global que permite a rastreabilidade da energia desde a geração até o consumo final. Com a certificação I-REC, a Galvani garante o abatimento total das emissões de gases de efeito estufa vinculadas ao seu consumo de energia elétrica (Escopo 2), alinhando-se às melhores práticas de governança ambiental.
“A manutenção da certificação I-REC também representa um avanço importante na forma como a Galvani estrutura sua matriz energética e fortalece a rastreabilidade do consumo de energia renovável nas operações. É um movimento que combina planejamento, eficiência e visão de longo prazo”, destaca Paulo Roberto Arnaez, Head de Inteligência de Mercado, S&OP, Suprimentos e Logística da Galvani.
Além do uso de energia 100% renovável, a empresa investe continuamente em inovações como a mineração a seco, que elimina a necessidade de barragens de rejeitos e reduz significativamente o consumo de água. A tecnologia, que será utilizada na Unidade de Mineração Irecê, também na Bahia, prevista a operar no primeiro semestre de 2027, é inédita no Brasil. Além disso, a Galvani conta com projetos de reflorestamento e conservação da biodiversidade nos biomas Cerrado e Caatinga.
Eficiência energética e gestão de emissões
A Galvani consolidou avanços significativos na gestão de sua pegada de carbono, alcançando o Selo Prata no Programa Brasileiro GHG Protocol no ciclo 2025. Esse reconhecimento é reflexo do relato completo das emissões de Escopo 1 e 2, com destaque para o registro de emissões zeradas no Escopo 2 (pelo critério de escolha de compra – market-based). Este resultado foi viabilizado pelo uso exclusivo de fontes renováveis de energia, rastreadas e garantidas pela aquisição de certificados I-REC para o Complexo Industrial de Luís Eduardo Magalhães e para a Unidade de Angico dos Dias.
Além da matriz elétrica limpa, a companhia investe na autossuficiência energética por meio da produção de biomassa. “Em 2025, a Galvani alcançou o plantio de 917,96 hectares de eucalipto, avançando em direção à meta de 1.200 hectares estabelecida para 2026. Essa iniciativa reforça a estratégia de longo prazo da empresa para garantir uma operação sustentável e resiliente, integrando a conservação ambiental à eficiência produtiva”, finaliza o executivo.


























