CPNU 2: MGI institui comissão para etapa de investigação social e funcional para o cargo de Analista Técnico de Justiça e Defesa

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O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) publicou nesta terça-feira (28/4) a Portaria MGI nº 3.556/2026, que institui a Comissão de Investigação Social e Funcional (CISF) responsável pela condução da fase de investigação social e funcional da 2ª edição do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU), para o cargo de Analista Técnico de Justiça e Defesa. 

De caráter eliminatório, a etapa integra o processo seletivo e tem como objetivo verificar a idoneidade moral e a conduta pregressa das pessoas candidatas, conforme previsto no edital do certame. 

A comissão será composta por cinco membros titulares, com respectivos suplentes, indicados pelo MGI — que coordenará os trabalhos —, pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, pelo Ministério da Defesa, pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania e pelo Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República. 

A identificação nominal dos integrantes será mantida em processo administrativo, em observância ao regime de reserva estabelecido no edital. Já o perfil genérico dos membros será disponibilizado em página específica do concurso, no site da banca organizadora: https://conhecimento.fgv.br/cpnu2/fase5 . 

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Compete à CISF definir seu plano de trabalho em consonância com o cronograma do CPNU, além de registrar formalmente suas deliberações e atos, assegurando o tratamento adequado às informações sigilosas, nos termos da legislação vigente. 

A portaria também autoriza a comissão a estabelecer orientações e procedimentos internos necessários ao desempenho de suas atribuições. 

Analista Técnico de Justiça e Defesa

Uma das carreiras transversais contempladas no CPNU 2, o cargo de Analista Técnico de Justiça e Defesa foi criado em 2025. Ao todo, o edital trouxe 250 vagas imediatas constantes do bloco 7O cargo de Analista Técnico de Justiça e Defesa (ATJD) foi pensado como uma função transversal, voltada a fortalecer áreas estratégicas ligadas à justiça, segurança e defesa no âmbito da administração pública federal. 

Fonte: Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos

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