Escolha da banca do CPNU 2 contou com análise de cibersegurança e vistorias presenciais da Abin e da PF

Imagem: Divulgação

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O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) confirmou a Fundação Getulio Vargas (FGV) como responsável pela organização do segundo Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 2). A escolha da banca foi formalizada por meio de contrato , assinado nesta segunda-feira (9/6), após criteriosa avaliação técnica e de segurança, e segue os princípios de legalidade, economicidade e transparência, amparada no art. 75, inciso XV, da Lei 14.133/2021 (nova Lei de Licitações). 

Assim como na primeira edição do CPNU, a escolha contou com a participação ativa da Consultoria Jurídica do MGI. Além disso, a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) realizou vistorias presenciais nos locais de produção gráfica armazenamento e elaboração de provas nas quatro instituições habilitadas. Já a Secretaria de Governo Digital (SGD/MGI) ficou responsável pela análise técnica dos padrões de cibersegurança adotados pelas bancas concorrentes. 

“Mantivemos todo o esquema de segurança do CPNU 1 e aprimoramos os protocolos de comando, controle e segurança”, afirmou o diretor de logística do CPNU, Alexandre Retamal. De acordo com o diretor, o objetivo é garantir um processo seletivo íntegro, transparente e com ampla confiabilidade, em todas as suas etapas. 

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A contratação da FGV foi realizada por dispensa de licitação, com base na legislação vigente. A Fundação será responsável pelo planejamento, organização, realização, processamento e resultado final para homologação do CPNU 2, além de toda a logística envolvida. 

Nesta edição, serão selecionados 3.652 servidores para 36 órgãos do Poder Executivo federal. Assim como no CPNU 1, a prova será aplicada de forma unificada em 228 municípios de todo o país. Um único edital trará as regras comuns ao certame, acompanhado de nove anexos específicos para os diferentes blocos temáticos. A previsão é que o edital seja publicado em julho de 2025. As provas objetivas ocorrerão em 5 de outubro, e as discursivas, em 7 de dezembro. O resultado final está previsto para fevereiro de 2026. 

Passo a Passo 

A definição da banca organizadora do CPNU 2 seguiu um processo estruturado e transparente, com forte acompanhamento técnico e institucional: 

  1. Envio do Termo de Referência (TR) 
    Em abril de 2025, o MGI enviou o Termo de Referência para dez instituições com experiência na realização de concursos públicos. O documento definia critérios técnicos, logísticos e de segurança necessários para a execução do certame. 

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  1. Recebimento e análise das propostas 
    Das dez instituições convidadas, cinco enviaram propostas. Após análise técnica, quatro foram habilitadas para a etapa seguinte. 

  1. Avaliação de segurança física e digital 
    As quatro bancas finalistas foram submetidas a vistoria presencial pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e pela Polícia Federal (PF), que inspecionaram os locais de armazenamento das provas. Paralelamente, a Secretaria de Governo Digital (SGD/MGI) avaliou os padrões de cibersegurança de cada uma. 

  1. Escolha e formalização da contratação 
    A Fundação Getulio Vargas foi selecionada por apresentar a proposta mais vantajosa para a Administração Pública, considerando capacidade técnica, segurança e economicidade. O contrato foi formalizado em 9 de junho de 2025, por meio de dispensa de licitação, com valor total de R$ 72.6 milhões.  

    Mais informações podem ser acessadas na página oficial do Concurso Nacional: gov.br/gestao/concursonacional. 

Fonte: Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos

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