Espaços que preservam a memória das telecomunicações no Brasil

Foto gerada por inteligência artificial

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No dia 17 de agosto, é celebrado o Dia do Patrimônio Histórico, data que destaca a importância da preservação de bens materiais e imateriais que fazem parte da história do Brasil. No setor das telecomunicações, diferentes espaços, museus, memoriais e instalações históricas ajudam a preservar a memória das tecnologias e dos serviços que fizeram parte da evolução das comunicações no país.

As estações telegráficas associadas à Comissão Rondon, em Vilhena e Ji-Paraná (RO), são exemplos de construções relacionadas à história do telégrafo no Brasil. Construídas no contexto da implantação das linhas telegráficas que ligavam diferentes regiões do país, os prédios foram tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 2015.

As instalações foram construídas entre 1907 e 1915, durante a atuação de Cândido Rondon. A estrutura integrou o sistema de comunicação telegráfica que alcançou o interior do país.

“Meu Deus, isto fala!”

Na história das telecomunicações, outra tecnologia que tem relação com o Brasil é o telefone. Em 1876, o imperador Dom Pedro II esteve em uma exposição nos Estados Unidos na qual presenciou uma demonstração do funcionamento do telefone pelo inventor Alexander Graham Bell.

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Segundo relatos históricos, durante uma dessas demonstrações, ao colocar o receptor no ouvido e ouvir a voz de Bell, o imperador teria exclamado: “Meu Deus, isto fala!”.

A partir daquele período, a telefonia começou a fazer parte da infraestrutura de comunicação brasileira.

Museu do Telefone de Bragança Paulista

Em Bragança Paulista (SP), o Museu do Telefone reúne objetos relacionados à história da telefonia e contribui para a preservação da memória das telecomunicações.

O acervo reúne cerca de 100 peças, incluindo aparelhos antigos e diferentes equipamentos utilizados ao longo da evolução da telefonia.

O prédio também possui relação com a história local do serviço telefônico, tendo abrigado a antiga Companhia Rede Telefônica Bragantina (CRTB).

Terça a sexta-feira: 9h às 17h
Sábados, domingos e feriados: das 10h às 16h ou 17h
Entrada: gratuita
Endereço: Praça José Bonifácio, 126 – Centro, Bragança Paulista – SP

Preservação da memória das telecomunicações

No Rio de Janeiro, o Museu das Telecomunicações também reúne objetos, documentos e registros relacionados à evolução das comunicações.

O edifício, construído em 1918, foi sede da Estação Beira-Mar da antiga Companhia Telefônica Brasileira.

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O acervo reúne documentos, arquivos, objetos históricos e registros audiovisuais relacionados à história das telecomunicações. Entre os itens estão equipamentos utilizados em diferentes períodos da evolução dos serviços de comunicação.

O espaço também utiliza recursos audiovisuais e interativos para contextualizar os objetos e apresentar ao visitante diferentes momentos da história das telecomunicações.

Quarta-feira a domingo: 11h às 18h
Entrada: gratuita
Endereço: Rua Dois de Dezembro, 63 – Flamengo, Rio de Janeiro – RJ, próximo ao metrô Largo do Machado.

Conhecer para preservar

A preservação de edifícios, objetos, documentos e outros registros históricos contribui para manter viva a memória das transformações pelas quais passaram as telecomunicações no Brasil.

Museus e espaços de preservação permitem conhecer equipamentos, tecnologias e formas de comunicação que fizeram parte de diferentes períodos da história do país.

Para mais informações, consulte o canal oficial do espaço de visitação.

Texto: ASCOM | Ministério das Comunicações • Mais informações: [email protected] | (61) 2027.6086 ou (61) 2027.6628

Fonte: Ministério das Comunicações

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