MGI destaca papel do Bolsa Família no combate às desigualdades de gênero

publicidade

A ministra substituta do Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI), Cristina Mori, participou nesta segunda-feira (28/7) de um debate sobre o impacto do Programa Bolsa Família na saúde das mulheres brasileiras. Promovido pelos ministérios das Mulheres, do Desenvolvimento Social e Ministério da Saúde, o encontro reuniu autoridades e especialistas para discutir os efeitos do programa na promoção da equidade de gênero, no combate à pobreza e na ampliação da autonomia feminina 

Cristina Mori ressaltou que o MGI é parceiro de diversas iniciativas voltadas ao aperfeiçoamento de políticas públicas que enfrentam as desigualdades sociais. Ela classificou o Bolsa Família como uma política estruturante e baseada em evidências. “É muito glorioso que o Brasil tenha produzido uma política pública tão importante, tão estruturante. Desde o início, a decisão de colocar o empoderamento nas mãos das mulheres dessas famílias foi fundamentada em dados concretos”, afirmou.

A ministra substituta também reforçou o compromisso do MGI com a promoção da equidade de gênero. “Nós, do MGI, queremos ser parceiros de todas as iniciativas que possam promover a redução das desigualdades entre homens e mulheres no Brasil. O Bolsa Família é um exemplo claro de como as políticas públicas podem ser transformadoras quando colocam as mulheres no centro das decisões”, completou.

Leia Também:  MME promove webinar sobre consulta pública do leilão de Sistemas de Armazenamento em Baterias

A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, destacou o histórico de resistência do Bolsa Família e seu papel transformador na vida das beneficiárias. Segundo ela, compreender as especificidades das mulheres que integram o programa é essencial para o aprimoramento das políticas públicas. “Conversando com as mulheres desse país afora, a gente vê como ainda há desinformação e despreparo para entender a realidade das pescadoras, quebradeiras de coco babaçu, mulheres em situação de rua, catadoras. Só de povos e comunidades tradicionais são 28 grupos. Estudos que aprofundem esse universo são fundamentais”, explicou.

O debate também contou com a presença de Emma Rawson-Te Patu, presidente da Federação Mundial da Saúde Pública; da professora Daniella Cavalcanti, da Universidade Federal da Bahia (UFBA); e do pesquisador da Fiocruz, Rômulo Paes de Sousa.  A programação também incluiu a apresentação de pesquisas e um momento de diálogo com o público.

*Com informações do Ministério das Mulheres

Fonte: Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos

COMENTE ABAIXO:

Compartilhe essa Notícia

publicidade

publicidade

publicidade

publicidade