MIDR retoma estudos de dois projetos estratégicos para reforçar a segurança hídrica em Pernambuco

Ramal de Entremontes e Canal do Sertão Pernambucano terão estudos atualizados (Foto: Divulgação/MIDR)

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Brasília (DF) – Com foco no fortalecimento da segurança hídrica no semiárido pernambucano, o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Secretaria Nacional de Segurança Hídrica (SNSH) e do Departamento de Projetos Estratégicos (DPE), retoma os estudos técnicos de dois importantes projetos de infraestrutura hídrica no estado: o Ramal de Entremontes e o Canal do Sertão Pernambucano.

Os estudos serão conduzidos pelo MIDR e passam a integrar o escopo do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC). Segundo o diretor do DPE, Bruno Cravo, a iniciativa marca um passo fundamental para a viabilização de futuros investimentos voltados ao fortalecimento da segurança hídrica no semiárido pernambucano. “O estudo integrado desses dois importantes projetos para o estado de Pernambuco reafirma o compromisso do Governo Federal com a segurança hídrica, que assegura, através do Novo PAC, um investimento de 14 milhões de reais”, disse. 

A retomada dos estudos tem como objetivo atualizar informações técnicas, ambientais, econômicas e sociais necessárias ao planejamento e à tomada de decisão sobre os empreendimentos. Esses levantamentos são essenciais para garantir maior eficiência na aplicação dos recursos públicos e ampliar os benefícios à população atendida, especialmente no que se refere ao abastecimento humano, à dessedentação animal e ao apoio às atividades produtivas. 

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O Ramal de Entremontes é uma estrutura associada ao Projeto de Integração do Rio São Francisco (PISF), com a função de conduzir água para reforçar açudes e sistemas de abastecimento em municípios do sertão pernambucano. Já o Canal do Sertão Pernambucano é um projeto concebido para transportar água por meio de uma extensa rede de canais e estruturas associadas, ampliando a disponibilidade hídrica em áreas historicamente afetadas pela escassez. 

Com a retomada dos estudos, o Ministério busca reunir subsídios técnicos que permitam avançar de forma segura e planejada na implementação desses projetos, contribuindo para o aumento da resiliência da região frente aos períodos de estiagem e para a melhoria da qualidade de vida da população do semiárido.

 


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