MinC lança guia para atendimento das demandas de órgãos de controle e defesa do Estado

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O Ministério da Cultura (MinC) disponibilizou, nesta quinta-feira (24), o Guia de Demandas de Controle: Orientações e Boas Práticas para Atendimento à Demandas de Órgãos de Controle e de Defesa do Estado. O documento contém uma série de diretrizes, incluindo desde como estruturar uma resposta adequada, passando por prazos, solicitações de informações e recomendações.

O lançamento foi realizado durante um webinário promovido pelo Programa Integridade em Cena, do MinC, e teve a participação de representantes da Controladoria-Geral da União (CGU), Tribunal de Contas da União (TCU) e Instituto Brasileiro de Museus (Ibram). O tema principal da atividade foi o aprimoramento da relação do Ministério com os órgãos de controle e de defesa do Estado.

“O webinário e o Guia são parte do papel da Assessoria Especial de Controle Interno de facilitar e apoiar o diálogo entre a gestão do Ministério da Cultura e os órgãos de controle, para que os resultados dos trabalhos da CGU e do TCU tragam resultados cada vez mais relevantes para a gestão do MinC e para a condução das políticas culturais”, afirma a chefe da Assessoria Especial de Controle Interno (AECI), Ana Vitoria Piaggio Albuquerque.

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Durante a atividade, os participantes falaram sobre a missão dos órgãos e suas linhas de atuação. “O papel da CGU é apoiar o gestor, agregar e preservar valor. A gente faz a fiscalização, mas o nosso objetivo ao fazer esse tipo de trabalho nunca é punir ou buscar pelo erro, mas promover uma melhoria sistêmica de administração”, frisou o chefe da Divisão de Auditoria de Políticas de Cultura da CGU, Thiago Lima da Costa Santos.

O diretor da 5ª Diretoria da AudEducação – Cultura e Esporte do TCU, Thiago Storch, destacou a tarefa primordial do órgão. “A gente tem como principal norte o aprimoramento da gestão. E isso envolve muitas vezes trabalhos de natureza operacional em que buscamos avaliar a eficiência, a efetividade das políticas públicas e tecer recomendações”.

Já o auditor-chefe do Ibram, Frank Van Rikard, salientou a diferença entre seu trabalho e o dos demais participantes. “As auditorias internas possuem uma característica que é a especificidade; elas são direcionadas apenas para aquele órgão. Ali eu consigo atuar de uma forma até concomitante com os processos de gestão”, explica.

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No encontro virtual foram abordados ainda temáticas como as demandas dos órgãos de controle e a utilização da inteligência artificial. “A IA é importante, mas ainda é uma coadjuvante ainda no nosso trabalho. Serve como suporte. É uma tarefa de tomada de decisão, que é sempre humana. Não dá para transferir a responsabilidade”, argumenta Thiago. 

Fonte: Ministério da Cultura

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