Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania participa da 371ª Reunião do Conselho Nacional de Saúde

(Foto: SNDPI/MDHC)

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O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), por meio da Secretaria Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa (SNDPI), participou, na última quarta-feira (8), da 371ª Reunião Ordinária do Conselho Nacional de Saúde (CNS), realizada no Ministério da Saúde, em Brasília.

O encontro teve como tema “Idadismo: o preconceito silencioso que compromete a dignidade e o desenvolvimento integral ao longo da vida”, e promoveu uma reflexão sobre os impactos desse tipo de discriminação, entendido como o preconceito e a exclusão de pessoas em razão da idade. Durante as discussões, foram destacadas as consequências dessa prática para a saúde física e mental, o acesso a direitos e a participação plena das pessoas idosas na sociedade.

Durante sua exposição, o secretário nacional dos Direitos da Pessoa Idosa (SNDPI/MDHC), Alexandre da Silva, questionou o conceito de “preconceito silencioso” e destacou que, muitas vezes, o idadismo é silenciado ou não verbalizado, mas perceptível em olhares, comportamentos e omissões institucionais.

“Será que o preconceito é silencioso ou é silenciado? Muitas vezes, ele se expressa pelo olhar, pelo ambiente que não é convidativo, pelas vagas de emprego e oportunidades que excluem as pessoas mais velhas. Ele está presente também na ausência da pauta da pessoa idosa nos espaços estratégicos de decisão”, destacou.

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Alexandre também ressaltou que o envelhecimento no Brasil ocorre de maneira desigual, refletindo as vulnerabilidades acumuladas ao longo da vida. Segundo ele, é necessário reconhecer que há duas formas de envelhecer no país: uma marcada por oportunidades e outra por barreiras.

“Há quem envelheça com acesso a direitos, conforto e segurança, e há quem envelheça em territórios vulneráveis, sem acesso à internet, saneamento, saúde e proteção. Essas pessoas acumulam discriminações desde o nascimento. E isso se reflete diretamente na velhice”, pontuou.

Encerrando sua fala, o secretário fez um apelo pela valorização das políticas existentes e pela consolidação de programas estruturantes, defendendo que o país precisa dar continuidade às ações já iniciadas e transformá-las em política de Estado.

“O Brasil é pioneiro em marcos normativos potentes e programas voltados às pessoas idosas, mas precisamos amadurecer nossas políticas. Temos um momento propício no Brasil para promover a transformação, e ele, é agora”, concluiu.

Atuação estratégica

A participação da SNDPI/MDHC na reunião reforça a urgência de combater o idadismo como forma de discriminação que afeta diretamente a dignidade e a qualidade de vida da população idosa, impactando toda sua trajetória.

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Além de ampliar a discussão sobre a necessidade de políticas públicas integradas para promover o envelhecimento saudável, ativo, livre de discriminações e com direitos garantidos.

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Texto: P.V.

Edição: G.O.

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Fonte: Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania

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