Novas adesões ao Plano Juventude Negra Viva são realizadas em agosto

Foto: Divulgação

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Durante as celebrações internacionais da juventude, celebradas nesse mês de agosto, novas adesões ao Plano Juventude Negra Viva foram realizadas nos municípios de Itapissuma (PE), Petrolina (PE), Manaus (AM) e nos estados de Alagoas e Espírito Santo.

O Plano tem como objetivo ampliar as oportunidades e reduzir os índices de violência que atingem, de forma desproporcional, jovens negros de 15 a 29 anos no Brasil. Tiago Santana, secretário de Políticas de Ações Afirmativas, Combate e Superação do Racismo, o PJNV é serve como uma orientação aos estados e municípios.

“Cada estado e município têm condições de trazer suas políticas específicas, que podem ser incorporadas ao Plano. A cultura é uma vertente muito forte do PJNV, por exemplo. Sob a liderança da ministra Anielle Franco, vamos ampliar o Plano cada vez mais”, afirmou o secretário.

Estrutura do Plano – Iniciativa do Governo Federal destinada a combater as desigualdades e a violência contra os jovens negros no Brasil, o PJNV foi lançado em março de 2024 e busca criar políticas públicas voltadas para a redução das desigualdades raciais que afetam, de forma mais intensa, os jovens negros. A proposta é atuar em diversas áreas, incluindo educação, capacitação, empregabilidade, segurança e inclusão social. 

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O plano tem como principal objetivo garantir maior protagonismo e acesso a oportunidades para a juventude negra, além de proporcionar proteção contra a violência, incentivando também a participação ativa desses jovens na vida política e social.

Contando com 11 eixos de atuação e 217 ações pactuadas entre 18 ministérios, o PJNV foi anunciado com investimento de mais de R$ 665 milhões. Ele oferece a possibilidade de adesão aos estados e municípios, responsáveis por oferecer o serviço na ponta, qualificando medidas concretas que beneficiem o público. 

O PJNV busca a redução das vulnerabilidades que afetam a juventude negra brasileira e a violência letal alicerçada no racismo sistêmico. Ele foi construído com a escuta de aproximadamente 6 mil jovens negros durante a realização das Caravanas Participativas, que percorreram os 26 estados e o Distrito Federal.

Fonte: Ministério da Igualdade Racial

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