O Novo PAC avança na transformação da matriz energética da Amazônia com projetos que levam energia limpa, estabilidade no fornecimento e mais qualidade de vida a comunidades isoladas da região Norte.
Por meio do Programa Pró-Amazônia Legal, coordenado pelo Ministério de Minas e Energia (MME), a comunidade de Novo Céu e os municípios de Novo Airão e Urucará receberão sistemas híbridos de energia. A solução integra geração solar fotovoltaica e armazenamento em baterias (BESS) às usinas térmicas já existentes nas localidades.
A iniciativa representa um passo estratégico para reduzir a dependência do diesel nos sistemas isolados da Amazônia, diminuir os custos cobertos pela Conta de Consumo de Combustível (CCC) e garantir um fornecimento de energia mais seguro, eficiente e sustentável para milhares de pessoas que vivem longe dos grandes centros urbanos.
Impacto esperado
Os três projetos somam:
- 6,6 MWp de potência solar instalada;
- 0,8 MW de capacidade de armazenamento em baterias;
- 9,5 GWh/ano de geração limpa estimada;
- 7,3 mil toneladas de CO₂/ano em emissões evitadas;
- ~5 mil residências equivalentes em consumo de energia;
A energia limpa produzida anualmente equivale ao abastecimento de aproximadamente 5 mil residências. Já a redução de 7,3 mil toneladas de CO₂ por ano contribui diretamente para as metas climáticas brasileiras e para a preservação ambiental da Amazônia.
Energia limpa para quem mais precisa
Na Amazônia, muitas comunidades ainda convivem com interrupções frequentes no fornecimento de energia e dependem de geradores movidos a diesel, um modelo caro, poluente e sujeito às dificuldades logísticas da região.
Com a chegada dos novos sistemas, moradores passarão a contar com uma oferta de energia mais estável e eficiente, impactando diretamente atividades do dia a dia, como o funcionamento de escolas, unidades de saúde, comércio local, conservação de alimentos e acesso à internet e a serviços públicos.
O Novo PAC reforça, assim, o compromisso do Governo do Brasil de garantir que a transição energética alcance também os territórios mais distantes e historicamente menos atendidos pelo Sistema Interligado Nacional. Mais do que infraestrutura energética, os projetos representam melhores condições de vida e maior segurança para as populações atendidas.
Desenvolvimento sustentável e execução das obras
Além de ampliar o acesso à energia limpa e mais estável para comunidades isoladas da Amazônia, os projetos contribuem para reduzir estruturalmente a dependência do diesel nos sistemas isolados da região, diminuindo custos operacionais e fortalecendo a soberania energética da região Norte.
Com 6,6 MWp de geração solar instalada e sistemas de armazenamento em baterias, a iniciativa amplia o uso de fontes renováveis na Amazônia e reduz a necessidade do transporte de combustível por longas distâncias, tornando o fornecimento de energia mais eficiente, seguro e sustentável para a população.
Os projetos básicos e executivos já foram concluídos após levantamentos topográficos, sondagens e estudos técnicos nas três localidades. As obras têm previsão de conclusão em novembro e a execução dos sistemas está a cargo da AXIA Energia.
“A transição energética só faz sentido quando melhora concretamente a vida das pessoas. Levar energia limpa e mais segura para comunidades isoladas da Amazônia significa fortalecer escolas, unidades de saúde, serviços públicos e avanços sociais. É assim que o Novo PAC transforma infraestrutura em qualidade de vida e desenvolvimento sustentável para quem mais precisa”, afirma o secretário adjunto da Secretaria Especial do Programa de Aceleração do Crescimento (Sepac), Ricardo Buratini.
Integrante do Novo PAC, o Programa Pró-Amazônia Legal promove soluções para ampliar a inclusão energética, reduzir custos de geração e tornar o fornecimento de energia na Amazônia mais eficiente e sustentável.
Fonte: Casa Civil























