Parceria entre MIDR e WWF busca modernizar planejamento territorial

Acordo de Cooperação Técnica com a WWF busca incorporar inovação e sustentabilidade às ações da pasta (Foto: Márcio Pinheiro/MIDR)

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Brasília (DF) – Para fortalecer a modernização da política territorial do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), foi firmado um Acordo de Cooperação Técnica com a WWF (Fundo Mundial para a Natureza). A parceria, oficializada nesta quinta-feira (20), busca incorporar inovação e sustentabilidade às ações da pasta.

A WWF é uma organização internacional que atua para conservar a natureza e a vida selvagem. O Acordo assinado nesta tarde, por sua vez, visa aprimorar critérios socioambientais na ação orçamentária de Apoio à Projetos de Desenvolvimento e na Política Nacional de Ordenamento Territorial (PNOT). “Esse acordo com o WWF é fundamental para aperfeiçoarmos os critérios socioambientais junto a um dos organismos mais conhecidos pelo cuidado e preservação do meio ambiente”, avalia o secretário Nacional de Políticas de Desenvolvimento Regional e Territorial, Daniel Fortunato.

Dentre as principais entregas previstas com essa parceria, estão a atualização dos manuais do MIDR com diretrizes sustentáveis e análises socioeconômicas; projetos-piloto para aumentar a eficácia das ações do MIDR; aplicação da Taxonomia Sustentável Brasileira (TSB) na PNOT, e o Plano de advocacy e incidência política para parlamentares. “Seguindo as diretrizes do ministro Waldez Góes, esse acordo visa fortalecer a modernização da política territorial, sempre de olho em inovação e sustentabilidade”, salientou o titular da SDR.

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Modernização de manuais e processos

Espera-se, com o acordo, a modernização de manuais e processos do MIDR com princípios socioterritoriais e análises socioeconômicas, bem como a inclusão de diretrizes para tecnologias sustentáveis e resilientes. A criação de um portfólio de projetos-piloto orientado por critérios de sustentabilidade também está no radar. “Para o WWF, essa é uma oportunidade única de a gente trazer todo o arcabouço que a gente tem de discussão de infraestruturas sócio-territoriais e sustentáveis para um debate mais concreto de aplicação de política pública”, destaca Alexandre Gross, especialista em conservação da organização. “Iremos discutir as condicionantes, e o que são critérios de fato sustentáveis que trazem desenvolvimento no nível regional e no nível do território”, acrescentou Gross.


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Fonte: Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional

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