Suspeita foi localizada pela Polícia Civil em Guarapari, no Espírito Santo
A Polícia Civil de Mato Grosso, com apoio da Polícia Civil do Espírito Santo, cumpriu, nesta quarta-feira (12.8), em Guarapari (ES), um mandado de prisão preventiva contra uma mulher, de 45 anos, investigada por crimes previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). O marido dela já está preso.
A investigada foi indiciada pela prática de crimes relacionados à produção, transmissão/disponibilização e posse ou armazenamento de material contendo cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente.
A prisão é resultado de uma investigação minuciosa conduzida pela Delegacia Especializada de Defesa da Mulher e Vulneráveis (DEDMV) de Sorriso, que realizou diversas diligências destinadas ao esclarecimento dos fatos e à reunião dos elementos necessários à conclusão da investigação.
O marido da suspeita já havia sido preso no dia 15 de julho, pelos mesmos crimes aos quais ela é investigada, e também por estupro de vulnerável. Nessa primeira fase, ela estava com medidas cautelares.
Após a conclusão dos trabalhos investigativos, o inquérito policial foi finalizado na última sexta-feira (07.8), com o indiciamento da investigada, e remetido ao Poder Judiciário, acompanhado de representação da delegada Layssa Crisostomo pela decretação da prisão preventiva da suspeita.
Diante disso, o Poder Judiciário decretou a prisão preventiva da investigada no último domingo (09.8), para garantia da ordem pública, por conveniência da instrução criminal e para assegurar a aplicação da lei penal.
Após a expedição da ordem judicial, a equipe da DEDMV de Sorriso permaneceu acompanhando a rotina e os deslocamentos da investigada. Ao identificar que ela estava em Guarapari (ES), em viagem a passeio, foi solicitado apoio à Polícia Civil do Espírito Santo.
A atuação integrada entre as Polícias Civis dos dois Estados possibilitou a localização da investigada e o cumprimento da prisão preventiva nesta quarta-feira (12.8).
Após a prisão, foram adotadas as providências legais para comunicação às autoridades competentes e a investigada está à disposição da Justiça.


























