SGPR participa da primeira reunião da Frente Parlamentar em defesa das Organizações da Sociedade Civil (OSC)

- Foto: João Risi/Audiovisual/PR

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A primeira reunião da Frente Parlamentar em defesa das Organizações da Sociedade Civil (OSC) aconteceu de forma remota, na quarta-feira (26/02).  Representantes das organizações da sociedade civil se uniram a parlamentares para dialogar como estruturar a comunicação, e delimitar os próximos passos. 

Na reunião também participaram: Aldiza Soares, Secretária-Executiva do Conselho Nacional de Fomento e Colaboração (Confoco) da Secretaria-Geral da Presidência da República; Franklin Félix, da Coordenação Geral e Articulação da Organização em Defesa dos Direitos e Bens Comuns (Abong); Gisele Silva, coordenadora de projetos do Instituto Nacional de Desenvolvimento Humano (INADH); Fernando Nogueira, diretor executivo da Associação Brasileira de Captadores de Recursos (ABCR); e Daniel Rech, assessor jurídico da União Nacional das Organizações Cooperativistas Solidárias (Unicopas). Além da participação de representantes do Fórum Nacional das Instituições Filantrópicas (Fonif), do Hospital Pequeno Príncipe (HPP), e da Associação das Empresas de Loteamento Urbano (Aelo). 

O foco principal da reunião foi realizar um planejamento para todo o ano. Franklin Félix iniciou a rodada de falas ao apontar a possibilidade de criar “um grupo mais operativo para contribuir com as atividades, e gerar subsídios de comunicação”, sugeriu. Félix ainda enfatizou a “necessidade de definir datas e temas prioritários” para as próximas reuniões.  

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Em seguida, Fernando Nogueira destacou que alguns pontos da regulamentação da reforma tributária envolvem as Organizações da Sociedade Civil (OSC) com ênfase ao Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD). Ao completar, Aldiza Soares informou que o tema junto a mais questões, após discussão anterior com a Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (SERT), serão enviados pelo Confoco, por meio de ofício, para a SERT. 

Foi informado também as datas das reuniões ordinárias do Conselho Nacional de Fomento e Colaboração (Confoco) que serão realizadas durante o ano, para que a Frente possa participar dos debates nesse espaço de participação social.

Durante a reunião Gisele Silva expôs preocupação com os ataques direcionados ao Programa Cozinha Solidária. “Não se pode criminalizar e demonizar um programa que ajuda milhões em sua ponta. [Abro a possibilidade para que] a frente possa estudar essa participação para a defesa do programa”, ressaltou Silva.

A reunião foi finalizada com a definição das datas para as futuras reuniões que acontecerão durante 2025, de maneira híbrida e presencialmente em Brasília.

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Fonte: Secretaria-Geral

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